Thursday, January 26, 2012

EM MENOS DE UM ANO

Não passou ainda um ano e já se ouvem os primeiros gritos de alarme. Na tugária, os doentes oncológicos abandonam as terapias e as consultas hospitalares por não poderem pagar as novas taxas.O ministro da Opus para a saúde empenha-se em rentabilizar o aparelho de assistencia hospitalar. Ou seja, em remeter à morte boa parte da população. Nem vale a pena dizer que Deus lhe pagará. É evidente que sim. Mas Deus opera de modo ordinário e de modo extraordinário. Ordinariamente é através dos homens e mulheres. Extraordinariamente é por intervenção directa.Porque Deus não consentiu na condenação à morte dos velhos e crianças, é pouco provável que os homens e Deus não respondam ao ministro da Opus. Talvez à ida para a missa. Na missa. Ou à saída dela. Mas a resposta virá. Proporcional. Ocorre lembrar Tomás de Aquino: é licito o uso da violência para evitar violência maior. É preciso defender a vida contra o ministro da Opus no governo do partido da Grande Loja.

NOTÍCIAS DA RESISTÊNCIA LÍBIA

Bani Walid continua a resistir! E hoje uma das células combatentes do Exército Líbio passou pelas armas um canalha de Misrata, com o posto de "comandante", que estava repousando em "licença" e assim prossegue o seu repouso para maior tranquilidade dos outros e radical tranquilização sua. Contingentes militares ocidentais esperam em Malta o momento do desembarque na Líbia. E há rumores da instalação de uma base americana. Prossegue pois o projecto de manter o país nos limites dos modelos da Somália e Afeganistão. Um território sem direcção política é livremente saqueável... Mas talvez não seja possível manter as coisas como estão sem contingentes militares ocidentais no terreno. Em segredo ou às claras, americanos, franceses e ingleses irão morrer à Líbia. Talvez se descubra entretanto a possibilidade de abastecer essa frente com soldados de morte barata. Portugueses, portanto. Os "bairros problemáticos" de Lisboa e Porto podem encontrar a qualquer momento uma nova utilidade: o fornecimento de carne para canhão.

Wednesday, January 25, 2012

O Papa em Moscovo

SS o Papa Teodoro II, Juiz Universal, Patriarca da Cidade Guardada de Deus de Alexandria e de Toda a Africa, Sucessor de S. Marcos, visita, em Moscovo, o Patriarca Kiril I das Igrejas das Rússias (que é hoje, numericamente, a mais importante das Cátedras nascidas da Evangelização de Santo André). A situação do Cristianismo em África e a própria situação dos povos de África - continente vítima de todas as pilhagens e todos os genocídios - integra as preocupações dos Santos Homens que sobre ela discutiram já, pela certa, as coisas que possam imediatamente fazer-se em defesa dos povos e das Igrejas de Cristo. Notar-se-á que não obstante a intensa generosidade das Igrejas de Cristo, a execranda parasitagem e a pederastia dos homens do cemitério da colina vaticana tem suscitado aversões profundas que ferem, por confusão evidente, todos os fiéis das Igrejas de Cristo e os seus ministros. A solicitude apostólicas de muitos primazes da Ortodoxia (e entre eles o Santo Patriarca Kiril I) toma as expressões múltiplas dessa aversão (que os pederastas do vaticano fazem nascer) como fardo e perigo comum às Igrejas de Cristo. Entretanto,há dias, noticia a Interfax-religion.com, o Santo Patriarca Kiril obteve de Abbas o compromisso de devolução dos edifícios cultuais da sua Santa Cátedra Patriarcal na Palestina. E isso não é pequeno resultado da diplomacia eclesiástica.

Monday, January 23, 2012

O DESGRAÇADO

Cavaco voltou a apresentar-se como um desgraçado. Não ganha que lhe baste, disse. Um coro de protestos (da gente que só fala em coro), veio dizer que ali não via desgraça nenhuma. Se alguém tivesse visto essa desgraça fundamental para a vida tugárica, a criatura não teria talvez sido eleita. Continuam a não ver a desgraça. E todavia o desgraçado aí está. Coisa mais crua é impossível. Como não raros desgraçados, também este revela estranhas ideias sobre as relações causa-efeito da sua desgraça. Tanto dá. Que é um desgraçado, isso é inequívoco. A causa será porventura o fraccionamento que o fez Cavaco. A àrvore morta. A inutilidade dos gravetos. Dos cavacos. Apodrecidos pelos musgos e devorados pelos pequenos insectos. A desgraça. Cura? Não há. Ninguém pode reconstruir a árvore. reitegrar o cavaco na seiva vivificante, regenerar-lhe as fibras, devolve-lo à proporção originária da existência. Cavaco é o que é. Um desgraçado. Nisso ele tem razão. E ninguém mais do que ele tem, nisso, essa forte razão. Os críticos vêm dizer que não. Não é um desgraçado. Não sabe o que é um desgraçado. Mas que estúpido espírito de contradição. Outros lamentam. Porque Cavaco é um simbolo. Claro que é um simbolo. Foi-o. É-o. E se-lo-á. Um simbolo. Claramente. E um simbolo tremendo. Um desgraçado, também. 

Friday, January 20, 2012

AS CARAS DE POLICARPO A DUAS VOZES

Até parece que não tem duas caras. Antes de mais, porque se tivesse outra cara seria pouco provável que usasse esta. Policarpo apareceu na TV dizendo que ser maçon não era tão mau como isso. E que não estava nada de acordo com a menção de filiação maçónica na declaração obrigatória de interesses dos titulares de cargos públicos. Isso foi o que disse o chefe tuga da igreja da pederastia na tugária às tel'invisões aborígenes. Depois, encontrou-se com os seus. E fez ecoar as suas posições. Muito diferentes, desta vez. Na tugária ninguém viu. Mas a coisa existe. Policarpo lançou-se em guerra contra a maçonaria. As máfio-maçonarias imaginar-se-ão maçónicas ao ponto de se sentirem atacadas? Vai ser interessante verificar isso. Mas provavelmente, não. Sem embargo, esperamos de todo o coração que se denunciem uns aos outros, que se desnudem uns aos outros, que se persigam uns aos outros, que se anulem uns aos outros. Mas não conseguiremos apoiar nem uns nem outros em coisa nenhuma. Nem nisso. Policarpo que se vá aos máfio-maçons. Embora ele vise sobretudo "a maçonaria" (i.e. o conjunto de todas as obediências). E (assim o propicie o Trono Eterno) que leve abundantemente naquelas nádegas que lhe enquadram o queixo e a boca desdentada. Eis quanto disse aos seus, o execrando pseudantropos. Invoca-se aqui Leão XIII e a Humanum Genus. Disse que são as lojas que impoem as agendas aos governos. (Cesse tudo o que a troika antiga canta, c'outro monstrengo mais alto s'alevanta). Quando se pensa que, com a outra cara, as respectivas nádegas sempre proclamaram os progressos do Concílio do Vaticano II, esta invocação de Leão XIII é realmente interessante. Também há um ultramontano em Policarpo. Espera-se com (distante) curiosidade a reacção dos atacados. Talvez seja desta que o clero da pederastia na tugária leve uma "arda"... (Já vai sendo tempo e parece-nos injusto que esse trabalho seja deixado, inteiro, para nós, os outros).

Wednesday, January 11, 2012

A POLÍTICA DO ASSASSINATO

Enquanto o Chefe do Estado Iraniano prossegue as visitas aos estados amigos da ALBA, sob as histéricas ameaças dos USA, mais um fisico nuclear iraniano foi assassinado. Desde há dois anos que andamos nesta macabra dança. Israel ou os USA abatem cientistas. Antes compravam-nos. Ou tentavam faze-lo. Agora abatem-nos. Sai-lhes mais barato, pensam eles. E é mais seguro, porque alguns não se vendem. Isto traduz a justeza infinita da condenação à morte do agente da CIA capturado pelos iranianos. Eles buscam informações em espionagem para assassinar indívíduos qualificados, ou para liquidar países. Pena de morte, portanto, segundo quase todas as leis militares. É deplorável. Preferiríamos viver num mundo onde a pena de morte não existisse. Mas esse há-de ser um mundo onde não haja o assassinato como política. Os USA praticam o terrorismo de Estado. Ostentam a prática da tortura. Prosseguem o assassinato como política. E falam exactamente de que direitos humanos, que nunca se percebeu bem?... E porque haveria o Irão de tolerar a ameaça da marinha dos USA diante da (sua, iraniana) ilha de Ormuz?  Até onde imaginam que podem ir estes Estados Falidos da América?

Tuesday, January 10, 2012

ASSASSINATO EM JAFFA

Na procissão de Natal do Velho Calendário o presidente leigo dos cristãos ortodoxos árabes foi assassinado, em Jaffa, por um homem em vestes verdes de "pai natal". A polícia israelita declarou não se tratar de crime religioso. A verdade, porém, é que perante o assassinato de alguém em liturgia não se pode negar a dimensão religiosa do facto, quanto mais não seja como circunstância agravante. Mesmo que as motivaçoes não sejam religiosas, os efeitos são-no. O Vencedor de todas as Mortes certamente o acolheu à luz da à alvorada do Sol de Justiça.с нами бог


VICTATOR, O MAGYAR

Victator vem reerguendo o estado nacional-católico que a tugária preservou, embora associando-lhe uma direcção de estranhos maçons. Na tugária, cento e oitenta deputados são comandados por uma criatura da Grande Loja Legal e um homem do Grande Oriente Lusitano. E os organismos "independentes" como a "Ordem dos advogados", bem como órgãos de soberania como o Tribunal Constitucional, os tribunais administrativos e o Tribunal de Contas não estão em situação muito diversa. A Opus pode negociar com uns e outros e, por aí, tentar uns e outros, como a própria igreja dos pederastas que a uns e outros pode cantar a velha cantilena do "só nós dois é que sabemos". Realmente, o que eles sabem uns dos outros prenuncia um fim horrível de uns e outros. Isto é a tugária. Mas Victator é um magyar. Nada de paneleirices, portanto. E está com os nervos em franja. O país foi presa dos pornógrafos até agora. Duzentas e cinquenta mil mulheres de Budapeste trabalharam ou trabalham na indústria da pornografia (este número deve ultrapassar o da população feminina jovem da cidade). -"Ora porra", terá ele dito em Húngaro. Foi-se à constituição e desfez aquilo. E rebentou com o Tribunal de Contas. Os contabilistas não devem pronunciar-se "além da sandália". Mais com o Banco Central. Demitiu o presidente do Supremo Tribunal. Uma razia. O audiovisiual está sob o controlo directo dele. E os jornais e revistas interessam-no tanto como a pornografia de que se alimentam. Isto ou vai ou racha. E parece que racha. Claro. O problema são os quinze mil milhões de euros de que aquilo precisa com urgência e que a Comissão Europeia talvez dê, se as coisas regressarem a uma ordem possível. Victator, porém, não pára. Empresas estrangeiras?... terras que as pariram. Vão mamar para outro lado. Aquilo, tudo ponderado, não são reformas. É o chorrilho de palavrões de um tipo de cabeça perdida (a justo título). Mas com os bolsos furados. E agora?... Ninguém sabe o que dizer, ao certo. Mas Victator não desarma. E a nova constituição consagra que a Hungria está sob a benção de Deus (embora ninguém o note). A igreja da pederastia é chamada a fazer eco da exaltação patriótica nos altares. Má aposta, também. Victator errou todas as referências. Perdeu o Norte. E o Oriente.  E se é certo que "quem tem boca vai a Moscovo" (como diz um velho ditado tuga), parece que quem lhe poderia indicar o caminho não fala Húngaro. Pobre Hungria. A barraca mais alegre do campo soviético não gostou (compreensivelmente) do destino de bordel do eixo-atlãntico. Dar-lhe-ão os quinze mil milhões de euros para que a Itália não se...? - Nem isso se sabe. Mas a Hungria quer recuar (e muito). É perseguida por todos os demónios de todas as vidas recentes que lhe deram. Mas recuando tanto, vai atingir infernos já esquecidos. Mas que nem por isso deixam de lá estar. É impossivel não simpatizar com Victator. Mas nada do que Victator quer, ou faz, vale um tostão furado. Os estandartes com o A E I O U estão nos museus dos infernos passados. A Hungria está condenada à ruína. E à liberdade. Só a inteligência poderia salvá-la. Mas esse não é o ponto forte de Victator. (Dos tugas, também não).

Monday, January 9, 2012

NOVO ANO

Os USA têm a intenção de reduzir as despesas militares em 2012. Essas despesas foram, no ano anterior de novecentos mil milhões de USD. Mais cinquenta por cento que as despesas militares do resto do mundo somadas. Para tal redução contam com o aumento de encargos dos aliados e vassalos para a sustentação dos interesses americanos. Mas essa sustentação é cada vez mais corrosiva. E as despesas crescem exponencialmente. Com elas, a aversão do resto do mundo e da própria população norte-americana. A possibilidade do Irão não aceitar a utilização do estreito de Ormuz para fins bélicos que ponham em causa a sua segurança nacional, lança uma hipótese interessante, sobretudo em época de exaustão financeira, senão de falência iminente. É mais fácil ao corajoso Irão fazer colapsar este sistema do que este sistema fazer colapsar o corajoso Irão. Um tal bloqueio e a guerra que se lhe seguiria trariam um aquecimento imediato e insuportável da economia global e só isso faria disparar os custos da "operação militar" (que é como agora se chama à guerra). Uma tal guerra seria realmente uma grande desinfecção, com consequências políticas imprevisíveis na Europa Ocidental e América do Norte. E a visita do Chefe do Estado Iraniano à Venezuela é nestas circunstâncias e por si só a manifestação da vitalidade da Contra Ordem na política Internacional.  Nenhuma guerra poderá agora ser uma simples operação. E as limitações (e tempo) das operações aéreas estão bem demonstradas. Um ataque nuclear, por seu turno, forçaria talvez a uma tomada de posição (definitiva) da China, Coreia do Norte, Rússia, India e Paquistão. Os USA arriscam-se a pacificar o mundo, unindo todos os que eram inimigos entre si contra o imensamente maléfico eixo do atlântico-norte. Sim, este é o século do declínio americano.      

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