A igreja da pederastia não perde uma oportunidade de deixar claro o seu domínio integral da terra que faz imunda. Agora no "dia do advogado" lá vai a "ordem dos advogados" almoçar a casa do "bispo" papista de Castelo Branco, depois de assistirem "todos" à "missa" celebrada pela criatura a quem dão tratamento de cardeal, ou seja, "eminência" (nem mais). Ora assim sendo as coisas, a criatura a quem chamam "eminência" está, com os da sua laia, excomungada desde 1054. E excomungados estão os que permanecerem unidos a tal gente. Isto significa, evidentemente, que a "associação pública" é privada. E, mais, que os cristãos não podem frequentá-la, nem permanecer em contacto com tal gente, uma vez que correm o risco de excomunhão. Os muçulmanos não podem - por outro lado - ser forçados ao convívio com os cruzados só porque são advogados. Não se pode ser forçado ao papismo só porque se é advogado.
Friday, April 29, 2011
A RÚSSIA NÃO TEM INIMIGOS
Mortos há muito os últimos
generais, sobra ainda o testemunho de inúmeros soldados vivos e a Rússia prepara o 66º aniversário da sua vitória sobre a “Alemanha nazi”. em bom rigor o projecto
de divisão e partilha da Santa Terra Russa não foi ainda abandonado. Continua a ser cultivado pela execranda escumalha da colina vaticana. Recordamos ainda, a tal propósito,
a alusão explícita a esse sonhado desmembramento territorial na voz do protector
da pederastia papista José Policarpo,
com a (também dele) “Europa até aos Urais”.
E o mais que cabe a tal Nulicarpo – sendo isso já muitíssimo – é, provisoriamente, uma casinha
nas Caldas com piscina cuja única utilidade plausível será a de um afogamento
oportuno. Mas o projecto de desmembramento continua também nas cabeças de não raros idiotas com
interferência visível na condução da política externa americana. Ora, na parada
da vitória, a Santa Rússia diz, como sempre (desde que o Neva engoliu os
asquerosos cruzados diante de Santo Alexandre Nevsky) que a Rússia não tem
inimigos. Tendem à morte súbita, os inimigos da Rússia. Às vezes o sintoma
desse destino seguro é exactamente a manifestação dessa inimizade.
ENCETADA A VIA DA RESPONSABILIZAÇÃO DO VATICANO
Na Bélgica, a crise política
enfraqueceu os mecanismos de protecção do execrando papismo e a corja do Vaticano foi citada em processo judicial. É a questão do abuso sexual de menores. (Na
imunda tugária há muito mais questões além dessa, mas os mecanismos de protecção
mostram-se sem brechas e assim continuarão nos próximos meses, mas não anos). As
confrarias papistas lembraram-se de plagiar uma fórmula do movimento comunista
internacional e falam agora de “anticatolicismo primário”. Na verdade, os
papistas não são católicos (isso parece evidentíssimo). O papismo é lixo. E
tóxico. Não é uma posição, mas um conjunto de delitos. Não é matéria de
religião, é questão política e deve ser politicamente alvejado sem
transigências e com a radicalidade necessária. (Até porque eles não são nada
meigos quando perseguem e não recuaram nunca diante do homicídio puro e simples,
mesmo na tugária). À imputação de “anticatolicismo primário” deve responder-se
a palavrão. Logo seguido de uma rusga de polícia. Na Bélgica essa rusga ocorreu
na “conferência episcopal” e nem nos telemóveis deixaram que aquela gente
tocasse. Até as tumbas foram abertas. É exactamente assim. Esta é a perspectiva
geral. E a técnica adequada. a tugária isto não será possível sem contratar uma unidade russa de polícia, ou uma unidade de polícia composta por calvinistas americanos.
Tuesday, April 26, 2011
A PÁSCOA CRISTÃ NA BBC
A BBC em Língua Árabe tem uma excelente reportagem sobre a Páscoa Cristã, (i.e. Ortodoxa). E aqui foca a descida do Fogo Sagrado ou da Santa Luz que o Santo Patriarca de Jerusalém transmite aos fiéis presentes na Catedral do Santo Sepúlcro. Essa Luz, como este ano, é recolhida pelas Santas Igrejas que com ela celebram também a Páscoa, como este ano ocorreu, designadamente, em Bucareste e em Moscovo.
UM CRETINO: IODA-SE!
Marinho Pinto mandou o Pina iodar-se, ou ioder-se (cremos ser esta segunda fórmula a interpretação correcta). Tudo agora está em saber como reagirá o conselho superior dos basbaques da sua (dele) ordem. Mais o visado. Que é um cretino, plausivelmente. Só os cretinos são hoje admitidos a escrever o nada que escrevem nos jornais que quase ninguém lê. Resta ver também como reagirão os tribunais criminais. (Sempre atentos à protecção desvelada dos cretinos nestas circunstâncias). De uma ou outra forma, este "ioda-se" fará carreira. Aguardemos. O ioda-se, em todo o caso, é uma ideia notável. De sublinhar, não obstante, que Marinho Pinto violou uma regra de estilo importante: o que se diz em duas palavras, não se escreve com três. Há duas ideias ali, a saber, em primeiro lugar, temos "você é um cretino, muito cretino"; e a segunda - vá iodar-se, ou ioder-se. Iodar-se, agora, com a nuvem radioactiva do Japão é uma excelente ideia. Ioder-se será mais uma fórmula de impaciência. Mas um texto tão longo para estas duas ideias mestras, não pode legitimar-se à luz da estilística. E no julgamento da estilística tem de parar a perspectiva sancionatória. Porque quem faz uma interpelação tem de estar preparado para ouvir a resposta. Mas não é assim que pensam os cretinos, claro. Aliás os cretinos não pensam nada de relevante. É a decorrência natural da cretinice, como o demonstram as sentenças criminais dedicadas a tais casos e mais os textos do conselho superior daquela corporação que a casos próximos ficaram dedicados.
Monday, April 25, 2011
NOTICIAS E SITUAÇÃO DO "MÉDIO ORIENTE ALARGADO"
Na primeira guerra africana dos
USA (Líbia), guerra por delegação, como nas tentativas de lançamento da “revolução
verde” na Síria, três cadeias de televisão têm prestado um serviço inestimável
à opinião pública: a Telesur, a partir de Caracas, A Russia Today e a Press TV
de Teerão. A primeira esforça-se por obter a contra-perspectiva face às versões
difundidas pela OTAN e tem feito um magnífico trabalho (para o qual já tinha
alertado o próprio Fidel Castro). A segunda procede a um “levantamento” inestimável
de opiniões no ocidente e prossegue o seu trabalho radicalmente imparcial, a terceira fornece uma perspectiva militante, bastante alinhada, mas muitíssimo
clara e devemos estar-lhe gratos por isso. Nenhuma delas manipula imagens,
nenhuma delas subscreve a primeira versão sem a investigar pelos seus enviados no
exterior. Têm feito um trabalho brilhantíssimo. Importantíssimo. E com um
detalhe tacticamente discreto, mas estrategicamente demolidor: A liberdade de
imprensa, face aos interesses militares imediatos, tem sido exercida por eles e
não pelos que se reivindicam campeões dessa liberdade. Isto não pode deixar de
ter consequências. Sendo certo que a primeira consequência foi impedir a OTAN de
ganhar a guerra de propaganda junto da opinião pública. Emergiram realmente
novos poderes no mundo. E isso basta para ser já possível viver de outro modo.
VINTE E CINCO DE ABRIL DA TUGÁRIA
Foi compensador (todavia escassamente compensador) ver o sopro de desalento e confusão naquelas disformes fisionomias. Referimo-nos às comemorações oficiais. Gente disforme. Com caras de caso. Mas todas envilecidas por trinta e sete anos de ignomíniA e inépcia. Todos vivem a morte antecipada. Estão cientes de que a sua miseranda existência jamais produzirá nada de diverso do que produziu até hoje. Todos merecem o garrote vil. E todos sabem que o merecem. Foi a cobardia que os trouxe à "comemoração". Comemoração enquadrada por manifestações massivas de propaganda da igreja da pederastia e das "maçonarias" de pederastas e traficantes e polícias. Gentalha . Filha da cupidez e da miséria. Num estado e num país que mutilaram à sua imagem. Multiplicaram confissões. E isso que confessaram fá-los réus de morte. Ficcionaram as liberdades como coisa atingida. Mas nenhuma dessas liberdades tem realidade, como o demonstra a imunda prática judiciária sempre zelosa, como uma polícia política, em travar e punir qualquer liberdade de linguagem que possa tocar, sequer de longe, na corrupção protegida, no abuso de poder quotidiano, na pederastia em que se comprazem os sobrevivos quinhentos nomes com relevância política e económica no território e que a CIA listou em momento oportuno. Vêr a escumalha que se confessa é vê-la a temer a morte. Mas a morte é certa. E na morte da escumalha e daqueles pelos quais visou reproduzir-se repousa a única esperança da regeneração concebível. Sendo certo que a liberdade - no plano da dimensão individual da existência - está ao alcance da mão de quem quer que passe a (imunda) fronteira. Morra a imunda corja. Entregue-se a inútil terra. (Já o Rei D. João IV teria passado este território à Coroa de França, se nisso os franceses tivessem visto interesse). Libertem-se os que são capazes de liberdade. Mas é preciso permanecer fiel ao bom senso. E este ensina que o semelhante gera o semelhante. A morte que geraram vai matá-los. E os que estão habitados pela vida, hão-de libertar-se. Quanto perdeu significado deve abandonar-se. É o caso desse instrumento de sub-desenvolvimento que se espalhou pelo mundo como uma doença cultivada pelo papismo, A Língua Portuguesa, deve abandonar-se como coisa estéril, seca, inseparável da sordidez das minutas onde tudo significa tudo e portanto onde nenhuma coisa tem já qualquer significado. Essa Língua é instrumento do crime e deve ser declarada perdida em favor de todos e desfavor de ninguém. É Língua, mas de escumalha. Nada expressa nestas terras senão a esterilidade e a grosseria. Deve desaparecer com a escumalha que a usa. Por ser coisa a que chamou sua e como coisa sua foi reconhecida. Não pode servir a ninguém o que quer que seja que pelas patas da escumalha haja sido tocado.
25 DE ABRIL: CELEBRAÇÃO DA LIBERTAÇÃO ITALIANA
A data e as celebrações, hoje como desde há anos, mostram-se assombradas não só pelo legado da P2 à política italiana, como também pelo envolvimento italiano nas mais sinistras aventuras militares que vão espalhando a miséria, a morte e o desespero pelo mundo fora. Fini falou no Afghanistão. É infelizmente um belo exemplo de envolvimento infeliz da Itália. Mas neste 25 de Abril, como nos anteriores, subsiste a afirmação da vitalidade das instituições. Não importa tanto que haja máfia. Não importa tanto que haja disfunções na condução política dos interesses do estado. Importa que haja Estado. E que nas instituições existam homens e mulheres que ali estão para algo mais do que para terem um "ordenado", ou "vencimento" no fim do mês. Gente determinada a manter as condições de vida da comunidade. Gente que ama a sua terra e a sua gente. Gente que ensina. Que cura. Que administra. Que protege. Que defende. Que pensa. E publica. E debate. Gente que está disposta a morrer pela sua terra, pela sua gente e por aquilo em que acredita. O combate contra a máfia foi e é um bom exemplo. Partilhado por magistrados e humilíssimos polícias. Não fugiram, não cederam, nem sequer moderaram a sua conduta. Pela cabeça de nenhum passou dizer "não me pagam para isso" (como certamente diria o imundo tuga parasitariamente abolotado em qualquer lado). Um Estado assim pode ter - e tem - muitas dificuldades. Mas entre o quase tudo que pode sempre perder-se, não corre seguramente o risco de perder a respeitabilidade. Viva a Itália!
Sunday, April 24, 2011
Um detalhe na Páscoa
Aproveitando a coincidência da data, apesar da diferença de calendários, a corja papista infestou as Celebrações Pascais sujando o olhar dos cristãos ortodoxos com a sua repulsiva presença. Neste periodo, por coincidência, veio a demonstração da possibilidade da redução prática do papismo à invisibilidade pura e simples. O desfile de moda de Tunes correu no edifício da antiga catedral papista da cidade, uma desafiante construção do séc XIX, onde o ocupante ostentava a "sua" religião como parte integrante da sua política de ocupação. Pois isso é hoje um lugar de eventos culturais e até dá para fazer desfiles de moda. Está muito bem. É mais uma lição dos árabes. E o modo futuro de utilização possível dos edifícios onde essa gente se acoita.
Saturday, April 23, 2011
85 ANOS DE ISABEL II: OBSERVAÇÕES SOBRE A MONARQUIA CONTEMPORÂNEA
O bom velho Михаил Озеров dá conta – no bom velho Izvestia - de uma pequena sova na Raínha
Isabel II, que ouviu em Speakers’ Corner. O orador achava que oitenta e cinco
anos da Raínha eram anos a mais... E fala-se até da necessidade ou utilidade da
Raínha abdicar. No momento em
que mais dois garotos são postos na calha, convém ponderar a Monarquia não como
uma ameaça aos direitos e às liberdades dos cidadão, porque isso foi
completamente eliminado, mas como uma indecência feita às pessoas dos próprios príncipes.
Na verdade a Monarquia exige hoje que um grupo de pessoas, numa família ou em
famílias aparentadas, nasça para não ter direitos fundamentais. E não se lhes
reconhece nem preserva a liberdade de expressão, opinião, ou pensamento e pela
cabeça de ninguém passou ainda preservar-lhes a reserva da vida privada ou
familiar... A cópula de (ou com) um príncipe
tem discussão livre, livre focagem e – não raro - é até discutida como matéria de
Razão de Estado. E sempre nos pareceu um
bocadinho exagerado manter a Razão de Estado tão perto das camas seja de quem
for. Depois há esta coisa verdadeiramente sinistra, esta coisa na qual se não pode
pensar sem um estremecimento, que é consentir e querer a educação de alguém para isto... Era o que faltava. Não temos nenhuma dúvida quanto à utilidade institucional
da solução monárquica. É magnífico ter a certeza que à chegada de um novato a
uma Chefia de Governo se possa contar, por exemplo, com a informação atempada, o
depoimento oportuno, ou a sugestão sábia
e cordata de quem assiste aos conselhos de ministros desde os dezoito anos,
como ocorre com todos os herdeiros da Coroa da Noruega. Um Rei octogenário em bom
estado de conservação pode dar um jeito infinito a quem governa. E é de uma utilidade
evidente para a comunidade. É padrão de elegância de conduta. De moderação. De
bom gosto. De uso modelar da Língua. É árbitro natural de todas as polémicas
que ameacem dividir a comunidade. Corolário natural de todas as hierarquias. E a
sua presença deve ser (e em regra é) sentida, todos os dias, como padrão de
leveza, testemunho de bom gosto, de discreto humor, de elegância acessível, de
afabilidade paternal como corolário do poder de Estado. Mas isto tem preços elevados. Para tanto, os
principes não podem ter vida privada, nem opiniões próprias expressas, não podem
brincar nem como crianças nem como adultos, e raramente poderão sequer chorar. Se
um príncipe detém o olhar em alguém, isso tem significado político ou moral, de
modo que a disciplina de atitude lhes não consente sequer a espontaneidade do
olhar. Se um principe casa, os seus afectos e a dignidade da fundação de família
são usados como ocasião de receita de estado e o casamento transformado num espectáculo
folclórico. Agora, o papel dos príncipes “democratiza-se”. Acha-se que uma
rapariga ou um rapaz comuns, podem também ser chamados às famílias reais. E ninguém aguenta isso. Quebram como varas
verdes. Evidentemente. Escandalosamente. (Já nem se contam as infelizes
pêgas inglesas que perderam as estribeiras nessas tentativas). Não funciona. Era engraçado poder dizer que a Monarquia é mais democrática que a República porque nenhuma república sentou no trono o neto de um taxista. Não acreditamos é que uma monarquia consiga fazê-lo, embora haja uma a tentar. E este condicionamento inumano tem sido assim
para que a comunidade não tenha o desgosto, o nojo, a repulsa de aturar um idiota
como Sarkozy, ou um parolo como Cavaco. É verdade que nenhuma comunidade merece
um parolo como Cavaco. (E os mais novos nem sequer se lembram das tremendas
figuras do infeliz Eanes, coitado). Nenhum país merece um histérico como Sarkozy.
Mas não se pode retirar esse risco a estes preços para os Direitos Fundamentais
seja de quem for. A única forma lícita de não aturar nunca um Cavaco, ou um
Sarkozy, é a comunidade deixar de os produzir. É talvez o momento de libertar
os pobres príncipes de tão desajustado, inclemente e pessoalmente dispendioso
papel. A indignidade de tal modo de vida começa a ser incompatível com o
caracter (plausivelmente sacrossanto) da representação histórica que lhes incumbe desempenhar.
Friday, April 22, 2011
MENSAGEM PASCAL DO PATRIARCA ECUMÉNICO
SS o Arcebispo de Constantinopla, Nova Roma, Patriarca Ecuménico, publicou a sua mensagem Pascal. Aquele que tem sido (com justiça) chamado o Patriarca Ecológico, dedica aqui às relações do Cristo com a natureza algumas linhas únicas. Nesta mensagem, ousamos sublinhar:
"For Christ healed physical and spiritual illness, granting comfort and
healing to all people, while at the same time bringing calm and peace to
stormy seas, multiplying five loaves of bread to feed the five
thousand, thereby combining the reconciliation of spiritual and natural
harmony. If we want to exert a positive impact on the current negative
natural and political conditions of our world, then we have no other
alternative (...)"
Eis polá eti despotá!
MENSAGEM PASCAL DO PAPA
Teodoros II Patriarca e Papa de Alexandria, Juiz Universal, dirige ao mundo a sua Mensagem Pascal a partir da terra onde viveu Cristo e cujo povo se ergueu - como inestimavelmente nos diz- das sepulturas da injustiça. O Santo Padre anatematiza a escravidão e o horror imposto a qualquer dos filhos de Deus e em especial aos que nasceram e vivem no continente africano colocado sob a sua paternal solicitude apostólica. Eis polá eti déspotá!
CARTA DE SS SANTIDADE O PATRIARCA DANIEL
Daniel, Patriarca da Santa Terra Romena que Deus ama, dirigiu a SS o Patriarca da Nova Roma e da Oikomene uma carta de simplicidade só igualada pela profundidade teológica. É o escrito de um grande teólogo que nada retira, nada acrescenta, nada esquece e todavia consegue fazer novo o que nenhuma novidade tem. O Senhor colocou sobre a tua cabeça uma coroa de pedras preciosas, Pai Santo. Cingiu as tuas mãos e os teus rins. Deu-te a espada e o arco. E nisso ficou dito quanto temos a dizer-te.
ENCICLICA PASCAL DO SANTO PATRIARCA DA SÉRVIA
Sua Santidade o Patriarca Irineij publicou a Enciclica Pascal, subscrita por todos os santos varões que integram o Sínodo da Santa Igreja Mártir da Sérvia. No extenso e magnífico texto, ousamos sublinhar:
"Selfishness and lack of integrity today – as they did yesterday, as they will tomorrow – are destroying every real communion, common good and possession. Lack of trust, greed, love of power, violence, and stealing afflict personhood and its God-given freedom. That selfishness, greediness and violence are that much greater if a man has not opened up his eyes to see his eternal dignity and the eternal expanse and view of his being – inasmuch as he is attached to earthly and transient treasure."
Mnô Gaya Leta!
NADA DE NOVO NA FRENTE LÍBIA
O povo continua a resistir. As forças otanascas mandam agora aviões não pilotados e conselheiros militares aos "rebeldes". Para "proteger a população civil", segundo o idiótico "mandato" da ONU. Nada pode estar mais fora da letra do "mandato da ONU". A Rússia está a reagir mal a tais fantasias. E faz bem. Mesmo a Grécia não olha com bons olhos tal fenómeno. (Sendo óbvia a extrema relevância da amizade que mantém com os países árabes). E a Turquia mantém a renitência veemente. Os idiotas agressores perderam a guerra de imprensa. Perderam a credibilidade política. Perderam a credibilidade militar. E continuam a pretender um Afeganistão na margem sul do Mediterrâneo. Era melhor levarem directamente o Afeganistão que querem para as suas próprias terras, já que o querem tanto.
Thursday, April 21, 2011
FESTA DA INSTITUIÇÃO DA EUCARISTIA
P'la vida e p'la terra que a sustenta, p'lo trabalho que a enraíza, p'la bravura que a defende e p'la comunhão que a salva, Kyrie Eleíson, Gospodi Pomilui, Duomne Milueste. Defende os Teus combatentes, preserva o Teu povo, salva a Tua herança."May God arise and his enemies be scattered!" retoma o Santo Patriarca Kiril I, de Moscovo e Todas as Rússias, na sua Mensagem Pascal. Assim seja. Eis polá eti Déspotá!
IDEIAS DE GENTE MORTA
O cacique (ou cardeal) local da igreja da pederastia teve a ideia peregrina de vir das Caldas, cidade das pilas de barro, dizer que a "igreja" (dos pederastas) devia ser mais ouvida. Porque tem coisas "muito concretas" (sic) a dizer. Não duvidamos da execranda criatura quanto às coisas (para mais "muito concretas", sic) que a repulsiva corja tenha a dizer. Até porque a execranda criatura vive em casa que é (por nítida via indemnizatória) propriedade das vítimas locais da pederastia papista e do trabalho forçado infantil (não falando já dos espancamentos e outras formas de brutalização da infância desvalida). A abominanda criatura quer ser ouvida. Assim chegue a abominanda criatura a julgamento e claro que será ouvida. Mesmo que o motim popular pendure a criatura abominanda num qualquer candeeiro numa praça de comício, ainda assim a criatura abominanda há-de poder ser ouvida. Quanto mais não seja a guinchar. Em contraponto, o velho Balsemão propôs a recuperação da Acção Nacional Popular sob a forma de pacto de regime entre os dois maiores partidos. Curtido. Nunca há amor como o primeiro, não é assim? E a pederastia papista integraria esse pacto, se bem entendemos. Tal como a defesa dos enriquecidos pela corrupção. É uma tese interessante. Podiam ter ido defender tais ideias diante da multidão no dia 12 de Março passado.
Wednesday, April 20, 2011
EICHMANN ON LINE: O DESTINO DE UM FUNCIONÁRIO
O julgamento de inimigos, por
inimigos, não é coisa que deva tomar-se a sério como julgamento. Mas não é
necessariamente expressão de injustiça. Pode haver vitórias justas e o “julgamento”
do inimigo substitui hoje (e desde há sessenta anos) o desfile dos cativos na
parada do triunfo. Aos cativos a opção de recusar tal desfile. E muitos o recusaram
em todos os séculos. Os judeus puseram no You Tube as cenas do julgamento de Eichmann. E este documento é exemplo interessante. Mas a figura do
cativo é inenarrável. Trata-se, em síntese, de um funcionário. Muito
funcionário. Administrativo. Muito administrativo. Que mesmo diante do inimigo (a
querer matá-lo, como é natural) se queixa da injustiça de o terem preterido na
promoção. Era apenas um tenente-coronel. Isso agastava-o. O execrando homúnculo
poderia ter processado a destruição de resíduos. Podia ter supervisionado uma
cadeia de incineração de lixo. Podia ter dirigido um sistema de transporte de
mercadorias. Um serviço de limpeza urbana. Podia também, como qualquer outro
funcionário que assim seja, completamente funcionário, ter sido porteiro de um
bordel, empregado de bengaleiro, vigilante de um mictório. Como podia ter sido
inspector tributário, agente da PJ, instrutor disciplinar, à moda de quase todos os sítios, ou, ainda, juiz à moda
da tugária. Um funcionário, muito funcionário. Gente que a si própria se fez... isso que é e não merece grandes indagações. Gente capaz de todas as vilezas, de todas as torpezas, de todos os crimes,
com a inexpressividade de quem faz o que lhe mandam. Disciplinadamente. E como
único estremecimento de alma terá apenas a mágoa da falta de promoção bastante e a seus olhos merecida. (Logo essa gente que, justamente, não devia sequer
ter existido). Gazearam Eichmann. E nesse sinistro espectáculo expressaram o
comprazimento de quem vê morrer o inimigo. É expressão do ódio, claro. Natural,
portanto. Mas o gazeado não odiava sequer os que prendeu e matou. Fê-lo (e
admitiu-o) porque lho mandaram. E isso não é verdade, embora o tenham mandado
fazer algumas coisas. Ele fê-lo porque era um funcionário e nisso se fez homúnculo. Sub-gente, por ironia do destino que quis. Porque
nascemos gente, mas fazemo-nos homens. Ou não nos fazemos homens. Ele fez-se
homúnculo. Como boa parte dos funcionários. E por isto (não por outra coisa) fez quanto admitiu
ter feito. Em democracia, os serviços de justiça, os serviços prisionais, a administração pública, abarrotam
desta gente. (Embora nem sempre esta gente se faça norma, isso só ocorre em terras especialmente desgraçadas como a tugária infecta). São excremento da paz. E excremento da guerra. Gente mais digna de
desprezo que de ódio. Mas diante de quem é incontível a aversão. É gente que deve ver
inviabilizada qualquer influência na vida alheia. Isso sim. Imprescindivelmente,
sim. A origem disto não é o nazismo. É a burocracia. E este desgraçado não era
sequer cruel. Era apenas um funcionário banal. Sem coragem. Sem determinação.
Sem convicções. Nele nada havia que amasse ou odiasse. Agia de tal modo que a máxima da sua vontade pudesse ser, a um tempo e sempre, expressão da vontade de quem nele mandava. Foi o que disse aos "juízes" do inimigo, diante de quem se levantava, deferente. Esteve sempre radicalmente isento
de quaisquer qualidades morais, portanto, (como diria alguém). É o produto
acabado da burocracia do estado contemporâneo. Nem sequer ridículo como a
literatura do Séc. XIX imaginava que o seria sempre. Mas sem deixar de o ser. E
sendo em tudo muito pouco. Porque, justamente, era funcionário. E muito. Completamente,
até. Isso o quis. Isso o foi. E assim o gazearam porque o quiseram. Mas nem ele quis mais digna morte. Possa tal criatura ser lembrada como a radical antítese de tudo o que um soldado é. E radical antítese de tudo o que um homem tem que ser para permanecer fiel a si próprio.
Sunday, April 17, 2011
BEL ET BIEN, TOUT A FAIT...
As medidas de austeridade continuam a ser pensadas como uma estratégia de saque à população. Corte significativo de rendimentos, sem disciplinar e regular a execução dos contratos pendentes em face da excepcionalidade das circunstâncias (designadamente do ponto de vista dos penhores, das hipotecas, das reservas de propriedade, do direito de retenção, do direito de presença nos corpos profissionais sujeitos a taxas ou quotas que aumentam por simples determinação do credor). Isto significa simplesmente que a austeridade se pensa como um assalto à classe média e baixa classe média. A auteridade é um negócio sob a forma de carta de corso. O Estado retira os meios para cumprir os compromissos contratuais. E os credores lançam-se ao assalto não só das garantias patrimoniais, mas de todo o património dos devedores cuja avaliação é completamente arbitrária, como arbitrária é -até por isso- a fixação do montante dos créditos. Uma imprensa de eunucos e acéfalos assiste a isto sem nenhuma reacção. Uma multidão de juristas eunucos e acéfalos assiste a isto sem nenhuma reacção. As organizações de esquerda e de direita ( de eunucos e acéfalos?) assistem a isto sem nenhuma reacção. As vítimas, presas a um torpor estranho, assistem a isto sem nenhuma reacção. Sindicatos e associações de defesa do consumidor assistem a isto sem nenhuma a reacção. Esperam, parece, que as coisas não sejam, afinal, tão más como parecem (e são piores). Il s'agit bel et bien de la merderie.
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