Liberta-nos, Senhora, dos heresiarcas papistas. E dos sicários papistas e demais pederastas e homicidas. Liberta-nos dos nababos a quem servem e da avidez animalesca dos mignons, das concubinas e meretrizes destes. Liberta-nos, Senhora, dos coniatas e das suas matilhas de homens-hienas. Liberta-nos, Senhora, dos prostituídos com a beca de juízes. Liberta-nos dos ignorantes com a toga de doutos. Liberta-nos dos cobardes com as insígnias de heróis. Liberta-nos dos assaltantes em farda de polícia. Liberta-nos, Senhora, da satanarquia e dos homicidas, burlões e violadores que aí ditam leis. Liberta-nos, Senhora, da cruel e perpétua revindicta das gentes sem alma viril. E de todos os servos no governo do inferno prefigurado que constroem. Possa o chão que pisam rebelar-se contra cada um dos seus passos. Possa o ar que respiram asfixiá-los. Possa a água que bebem desfazer-lhes as entranhas. E sejam batidos pelos ramos das árvores a cuja sombra queiram abrigar-se. Que os ventos os derrubem. Que a chuva os flagele. E o sol os queime. Que as paredes onde se acolhem os prendam. Que a luz do dia os cegue e a noite os aterrorize. E se algum tiver procriado, seja mordido pelas crias que gerou. Abre-nos, Senhora, as portas da tua imensa misericórdia. Preserva-nos, Senhora, fiéis à identidade própria. Reforça-nos na serena intransigência. Cuida dos nossos mestres. E protege todos os que amamos. Dá-nos as palavras que ferem. Restaura-nos com as palavras que curam. Concede-nos a clareza que liberta. Arma-nos com a tua protecção invencível. Guia-nos em combate. E conduz-nos à fortaleza inexpugnável da Paz Nova, para nos libertares dos sons e dos ecos, das imagens e dos tempos de tão repulsivas presenças. Protectora dos Cristãos não desvies de nós o teu olhar. Mantém-nos diante dos olhos a imagem de Deus, fundamento da identidade, liberdade e da dignidade dos homens. E que, na suavidade da Luz sem Crepúsculo, a mansidão viril venha a herdar a terra.
Friday, May 14, 2010
Thursday, May 13, 2010
O preço e a propaganda
“Sucessão de Pedro”
Pedro governou a Igreja de Antioquia. Foi Paulo quem mandou a Roma o seu legado. Qual sucessão de Pedro? E porque não haveriam todos os bispos de suceder a todos os apóstolos (nos poderes de ensino e jurisdição)? Porque não haveriam os bispos de ser iguais entre si, como sempre foram e serão?
“Primado de Pedro”
“Petrus, non Petra” dizia Santo Agostinho (Retratações XXI,1). Qual primado?
"Quisquis nihil negat… fellat": Ratzinger e a beleza
O horrível Ratzinger foi falar da “beleza” aos “criadores” oficiais na tugária. (Já o bom velho Pound gritara que trouxeram meretrizes a Eleusis). Um “intelectual”, cacarejaram os capões. “Um intelectual” zumbiram as varejeiras. Conhece-se à repulsiva criatura, com efeito, a inesquecível concepção (intelectual, porventura) da teologia moral do preservativo. E mais aquela semi-ideia de Manuel Paleólogo ser um “medieval” (como se o conceito de Idade média pudesse fazer sentido em Bizâncio). Um bocadinho bronco, o velho traste. Foi falar da “verdade”, imagine-se. E das verdades, pasme-se. (Caraças, diria o clássico). “Profundo”, zurraram os burros. “Cultural”, acrescentaram os moscardos. Ora,fodaz… Como diria um grande sociólogo português. A criatura horrenda, entre criaturas horrendas, exortou a que fizessem das vidas (horrendas) lugar de beleza. "Cagantibus", como sentenciaria Martial se aqui pudesse ter estado. O execrando Ratzinger tentou contaminar o léxico e apropriar-se do Banquete de Platão. Mas como ninguém percebeu nada, a tentativa não teve importância de nenhuma espécie. Nada nesta terra tem qualquer importância, felizmente. Mas ele pode aplicar isso a si mesmo. Os homens respondem ao belo, pelo amor. E ao repugnante, respondem pela aversão. É por isso que tanta gente tão normal não suporta sequer olhar-lhe para as ventas. (Ele ainda não tinha reparado?)... Quanto ao auditório, quisquis nihil negat… fellat , diagnostica (e bem) o precioso Martial. É assim realmente. Não corresponde isso à vossa experiência de “profundidade”, ó oficiais criaturas “criadoras” de entre-tugas? Alguma vez, por algum acaso, vos saiu dos mirrados cornos embolados mais que essa “profundidade” (no essencial)? Por falar em beleza e horror: as freirinhas papistas já deixaram de comer as bananas de lado, para que ninguém pense que estão a pensar naquilo em que não podem deixar de estar pensar em razão desse estúpido preceito de conduta? Já comem as bananas a direito, as estúpidas freirinhas? Como transformaríamos – por exemplo - em lugar de beleza as sórdidas vidas destas criaturinhas (completamente) pervertidas pela porno-moral papista?
Wednesday, May 12, 2010
LUVA DE TOQUE
"Somos todos pecadores" 2
A expressão traduz o essencial da defesa da padralhada quanto às imputações públicas (e planetárias) de pederastia e violação de crianças. “Somos todos pecadores”. É francamente ofensivo, isto. Mesmo que sejamos todos pecadores, como provavelmente seremos. Mas "pecado" significa passo em falso, escorregadela. "Crime" é outra coisa. E "crime hediondo", outra coisa ainda. Protecção do crime hediondo é também algo mais que um passo em falso. A frente política comum entre os pederastas do Vaticano, os pederastas da "classe política portuguesa" (como eles gostam de chamar-se) é realmente um detalhe importante nisto. As convergências entre a Opus e as "maçonarias" (à moda da tugária) não são apenas negócio (sempre ilícito). Também são gosto pervertido. E práticas criminosas (a muitos títulos). E apoio recíproco. Não é mau que isso fique claro. Interessante é que a repulsiva criatura tenha no avião dito algumas coisas sobre a pedofilia. Disse que o inimigo da "igreja" está dentro dela. Talvez. Se o inimigo da Igreja de Cristo é a estrutura a que preside o velho asqueroso, (e tem sido assim), estará ele a dizer-nos que sobrou gente honrada naquilo? Talvez sim, também. Porque na Praça do Comércio ele foi mais claro quanto à razão do sofrimento, falando em "filhos rebeldes". Os filhos rebeldes são o inimigo do interior? Os "filhos rebeldes" são os que não aceitam a sodomização própria, nem, apesar de tudo, a violação de crianças?
“SOMOS TODOS PECADORES”- 1
O execrando Ratzinger chegou à tugária. A repulsiva criatura é muito amada. Portanto, encheu-se Lisboa de polícias, que a ocuparam objectivamente. E histericamente. Na eterna histeria de gente rasca. Rasquice de lumpen. Porque é isso a polícia local. Não raros cidadãos foram impedidos de cumprir as tarefas do quotidiano. Alguns tiveram prejuízos com as ruas fechadas e os transportes públicos interrompidos. A multidão desproporcionada de polícias traduz, parece, o temor de que alguém fosse às ventas da repulsiva criatura muito amada. Na Avenida Fontes, em Lisboa, tomou-se por público os cidadãos impedidos de atravessar a rua. E a execranda criatura acenou mesmo às pessoas a quem os polícias impediam de atravessar. Ninguém respondeu. Também ninguém correu o cortejo à pedrada. Indiferença, portanto. No dia 11 ergueram à execranda criatura um altar cómico na Praça do Comércio. Bom sítio. A criatura fez o seu número. Sócrates assistia. Mais o presidente do tribunal constitucional (seja isso o que for). Um decretou o casamento de pessoas do mesmo sexo e o outro declarou-o constitucional. Presente também o presidente do STJ que mandou destruir as escutas das conversas de Sócrates com Vara. E o Gama (Jaime) que descobriu o caminho para fora do processo Casa Pia. E ali estavam todos diante do velho. “Somos todos pecadores”, parecia aquilo significar no gritante absurdo. As criancinhas e adolescentes das escolas papistas, enchiam boa parte daquela coisa. Muito contentes. Feriado. Lanche fora. Tarde de namoro ou engate entre adolescentes. Curtição. Quatro óptimas razões para estarem contentes. Foi a única presença da normalidade entre aquelas trombas de gente velha e repulsiva que, realmente, tem a pederastia escarrada nos focinhos. Seja a da Casa Pia e equivalentes. Seja a da Padralhada. Tremenda aliança.
Friday, April 30, 2010
POSSIBILIDADES
Wednesday, April 28, 2010
NAUFRÁGIO DO ESTADO, MIGRAÇÃO DA BANCA
Tuesday, April 20, 2010
A TUGÁRIA E AS IGREJAS DE CRISTO
Monday, April 19, 2010
O SILÊNCIO E A CULPA
Sunday, April 11, 2010
A Queda em Smolensk
Saturday, April 10, 2010
OS PEDERASTAS DO VATICANO E AS SEVÍCIAS SEXUAIS A CRIANÇAS
A terminologia trai e desvirtua. Para pensar correctamente é preciso falar correctamente. Não há nenhuma questão de “pedofilia” na igreja papista. A questão é a da pederastia. Depois, o problema não é simplesmente de “abuso”, porque abusos são muitas outras coisas bem menos graves. O adulto abusa, por exemplo, sempre que consente (não importa agora porquê) que a admiração de um (ou uma) adolescente se transforme em paixão correspondida, ou seja, usada. Rapazes de doze anos apaixonados por trintonas nunca foram raros. E raparigas de doze anos apaixonadas por homens de trinta, também não. A existência frequente de tais fenómenos não significa que os adultos estejam autorizados a usar os adolescentes por isso. Por mais clara que seja a aparente adesão destes. Os menores só poderiam consentir com relevância em tais coisas se a decisão livre destes pudesse bastar em todas as circunstâncias. E não pode (felizmente para eles). O que está em causa não são “abusos”, portanto. Quanto nos tem sido descrito são sevícias. Sevícias sexuais. De clérigos. Sobre crianças. Frequentemente, sevícias de natureza homossexual. (Piora bastante, sim; esse agravamento não é uma discriminação porque traduz intrusão no amadurecimento pessoal e anulação de qualquer liberdade concebível). Mas nem estas são as únicas sevícias. O inquérito irlandês determinou a existência de dezenas de milhares de vítimas dos clérigos de asmodeu, muitas das quais foram submetidas a sevícias sexuais pela padralhada pederasta do papismo, sim. Mas outras foram submetidas a seviciamentos de outras naturezas. A utilização de trabalho escravo infantil, por exemplo, não foi (nem é) coisa rara. A privação da escolaridade também não. Os espancamentos infernais – espancamentos em massa de crianças, por exemplo – eram vulgares. Num asilo papista da imunda tugária ficou seguramente na memória das vítimas (todas com menos de dez anos) aquela solução prática de serem acordadas a meio da noite e encaminhadas para os chuveiros da camarata a fim de aí serem espancadas, à frente umas das outras. Imagine-se o terror. Era “um castigo”. Como se isto pudesse ser assim. E aquilo era um asilo das “irmãzinhas”. Ou seja, de asqueroso sopeirame, pervertidíssimo, apresentado como se de monjas pudesse tratar-se (e isso não era, sequer de longe, o caso). Mas fora daqui – porque aqui estas coisas não se julgarão enquanto houver tugária - a repulsiva sucessora da madre Teresa de Calcutá foi julgada e criminalmente condenada por maus tratos a menores. E bem, evidentemente. (Não cremos que essa repulsiva criatura tenha podido ser muito diferente daquela a quem sucedeu). Hans Kung, teólogo prestigiado, faz notar que alguns casos de pederastia existem em outras igrejas cristãs, mas sublinhando as características de generalidade em contexto papista que fazem desta organização um caso único. Inclina-se para a questão do celibato como hipótese explicativa. E engana-se, seguramente. Desde a contra-reforma que a estética do papismo traduz e induz generalizadamente a perversão sexual… Por outro lado, moralmente falando, há quanto tempo é desaconselhado às fêmeas enlouquecidas da Opus que comam bananas? (Excita a libido, dizem aquelas taradas)... Radica isto apenas na imaginação doentia do repugnante Escrivã? Parece que não. Nos conventos femininos pode-se comer uma banana sem ser cortada às rodelinhas? (Já agora, as cozinheiras que cortam as bananas às rodelinhas têm de se confessar a seguir?)… Corja infinitamente infecta. (Será possível que nem no inferno os queiram?)… Expressão de todos os vícios. Não é só a estética, portanto. A moral é ali um mecanismo de indução das taras, da sua preservação e de sugestão fortíssima de passagem à prática. Isto não tem nada a ver com o celibato. Nem traduz a influência da “liberdade laical” na igreja (relativismo ético e liberdade sexual, que é aquilo de que se queixa aquela escumalha). Nada disso faz sentido. A perversão sexual, aliás, vem a par com outras perversões, como a perversão da concepção de poder na igreja, por exemplo. A perversão da concepção de poder político, também por exemplo. Não é só no plano do relacionamento sexual que o papismo traz a escandalosa perversão da relação entre pessoas. E carece de sentido explicar isso pelo celibato. Sentido faz isto: Quando se olha a imunda tugária deste ponto de vista (“país católico”, dizem eles e parece que com razão) tem-se a noção imediata desta “iética” do vigário, que estes empedernidos vigários pederastas encasquetaram, senão em todos, ao menos na maioria. A começar pelo vazio de convicções, claro. E pela falta de Fé. (O vigário papista é sobretudo um homem sem Deus). E pela falta de conhecimento, porque sem profundas ignorâncias (mesmo escoradas em títulos ribombantes) nada disto seria possível. Neste imundo contexto (horrenda corja!), a frase de Escrivá em cujos termos “é tão belo ser vítima” ressoa com as proporções do crime que (realmente) traduz. Deus, na Sua infinita Misericórdia e no seu amor pelos homens, continuará conduzindo o imundo papismo à integral desocultação do seu significado. Isso bastará. Tais trevas não resistem a nenhuma luz.
Wednesday, April 7, 2010
A NOVIDADE DE VALENÇA DO MINHO
Pensar na reacção dos cidadãos de Valença do Minho pode começar por duas perspectivas. A primeira sublinharia a presença de uma gente que vende a identidade por um prato de lentilhas. Hastear a bandeira espanhola em todos os lugares da cidade “só porque” um município Galego lhes disponibilizou o acesso aos serviços de saúde, “para mais pagos pela segurança social portuguesa”, seria o sublinhado da aparente desproporção a fundar tal crítica. Vendem-se “por um prato de lentilhas”, dir-se-ia. Esta está a ser na “blogosfera” a posição dos vectores de sensibilidade nacionalista. A outra perspectiva sublinharia o elevadíssimo grau de alheamento e falta de afecto, senão aversão, pelas referências políticas, históricas e culturais portuguesas de uma população que foi, outrora, um dos modelos da ostentação do “orgulho de ser português” (em tempos onde, evidentemente, havia motivos para tal orgulho). O canalhal do sistema nem sequer reagiu, tal a surpresa. Se falassem, minimizariam o problema. Mas as duas perspectivas em presença falham na grande novidade que tal atitude popular traduz. E essa é a do despedimento de um Estado. Sem mais. Este é o alcance da atitude dos homens e mulheres de Valença, mesmo que ainda não o tenham visto bem. E esse alcance traduz a novidade da consciência (agora, vivida) de que o Estado resulta de um contrato, que ele próprio não pode quebrar. Os minhotos trazem ao estado esta imagem para ele estranha (nestas latitudes) de que se trata de uma entidade subordinada e não de uma potência subordinante e que no estado-administração a metafísica do “Estado como pessoa moral” é lixo cuja remessa ao caixote respectivo está ao alcance das mãos de qualquer comunidade. Esta é a novidade de Valença do Minho. E a importância dessa novidade no contexto da acefalia local é evidente. A experiência (ou consciência vivida) de que o Estado é solução instrumental contratada entre os cidadãos tem sido o único alicerce estável das democracias, com os conhecidos (e muito diferentes) exemplos da Inglaterra, da Revolução Americana, da Guerra Civil Helvética (onde o papismo foi reconduzido “manu militari” à própria libertação política dos seus fiéis). Valença do Minho pode bem ser o início de grandes coisas. E nenhuma dessas grandes coisas passa pela subsistência política do canalhal no qual se salda o “sistema político português”. Valença é o sinal mais sério da falência política em presença. Porque o semelhante gera o semelhante, a falência económica é mera decorrência. Evidentemente inevitável. Senão mesmo desejável. Viva Valença!
Tuesday, April 6, 2010
Viva Valença
Sunday, April 4, 2010
Thursday, April 1, 2010
O príncipe von Shönborn
Acima de toda a suspeita
Wednesday, March 31, 2010
"Não sei de nada"
Arrasa?
Que lhes faremos?
A corja outra vez desnudada
Tuesday, March 30, 2010
LIBERDADE DE EXPRESSÃO NA TUGÁRIA
A Corja Papista da tugária
Europa do sul abandona centrismos
Monday, March 29, 2010
VATICANO SOB PRESSÃO
Sunday, March 28, 2010
ABRIU A CAÇA AO COELHO
Thursday, March 25, 2010
RATZINGER
DIRECTÓRIO DE ESTADOS FIRMADO EM BRUXELAS
Friday, March 19, 2010
Taksin é um monstro
Quartim Graça e Miguel Castelo Branco insurgem-se contra o tratamento da movimentação dos" taksinistas" no Sião. A gente simpatiza com o Quartim Graça. E com o Miguel Castelo Branco. E eles acham que os gajos de esquerda são os broncos de sempre. Realmente, dizer menos que isso é impossível. O Pedro e o Miguel acham que eles estão a ver tudo de pernas para o ar. É pelo menos o que costuma acontecer. (Não nos demos ao trabalho de verificar). Costuma ser assim, ao menos na tugária. À ideia de tugária o Pedro e o Miguel opõem que “aqui não se diz mal de Portugal”. (“Aqui”, quer dizer, “lá”, bem entendido, porque aqui - propriamente falando - faz-se habitualmente isso mesmo porque se diz o que se vê e não há nada de bom para ver ou dizer). Os gajos de esquerda são uns broncos. A gente olha para eles e apetece chamar o Pinochet da tumba. Mas depois olha-se para o Pinochet e o único antídoto é a nostalgia do Stalin. É terrível, isto. Não nos dispersemos, porém. Estão a ver tudo de pernas para o ar, os gajos de esquerda. Como de costume. Já lá dizia o Timi, patrão local do Pravda, "com uma esquerda destas está tudo lixado". E não está?... É assim que eles são. Isto é tão certo como o Pravda ser uma das provas da existência de Deus. São assim. Mas talvez nem todos. Taksin é um monstro. Por menos que se simpatize com o despotismo asiático (terminologia de Montesquieu) mitigado (como diziam os programas salazaristas de Filosofia no secundário). Taksin é um monstro. (A gente repete, que a malta de esquerda à moda do lugar gosta das repetições, sobretudo de frases curtas). Taksin é um monstro. O Miguel Castelo Branco comove-se com os alunos ajoelhados aos pés do professores, com os professores fardados e com patentes militares, com a veneração da imagem do Rei divinizado... Nós somos um tudo nada mais prosaicos. Achamos que o trono do Sião não tem sido seguramente ocupado por deuses. E se usássemos farda teríamos de ser nós a desenhá-la (parece que o Adolfo fez exactamente isso, mas houve outros que fizeram o mesmo, a começar pelos Reis do Sião). E só usaríamos farda num exército nosso. (Ideia que não é completamente ficcional). Não são deuses, os Reis do Sião. Todavia, a subsistência do Sião é igualzinha a um milagre. Nem o Eça ia contra. E não nos surpreende nada que os tailandeses assim o pensem. Ou assim sintam, mesmo que não o pensem. Têm certamente muitas e excelentes razões para estar gratos à Família Real. O modo como o expressam, ainda que seja o deles e ainda que não tenhamos nada com isso (e realmente não temos nada com isso), provoca calafrios. (Apesar de não termos nada com isso). Mas sim, a coisa vista de perto pode ser menos má do que parece. Não obstante, parece péssima. Disso não há dúvida. Bem entendido, o Rei é um gentil ancião. E assim tudo se facilita, seguramente. Não é propriamente o Kavako. E está longe de ser o D. Duarte. O Kavako, como se sabe, é o mais importante argumento em favor da Monarquia. Com um Príncipe no trono, não há risco de haver um Kavako na Chefia do Estado. Ou um Eanes. Ou qualquer fenómeno análogo. E o D. Duarte é o mais importante argumento em favor da República. Olha-se e fica-se logo hesitante. Ouve-se aquela gentil entidade por dois minutos e perdem-se as dúvidas todas. Quando se ouve a D. Isabel, então é de fugir logo para o colo do António Reis. (De onde convém arrancar mal ali se chegue). Para nós, bastou o Fernando Teixeira no casamento. Com o complemento ideal do Paulo Teixeira Pinto no Conselho. (Sem um Teixeira o Duque deve sentir-se perdido). Independentemente de tudo e no que respeita ao Sião - é perfeitamente seguro - têm razão o Castelo Branco e o Quartim Graça. Taksin é um monstro. Vamos repetir ainda uma vez. Taksin é um monstro.
Thursday, March 18, 2010
LUÍS FILIPE CARVALHO E A "ORDEM DOS ADVOGADOS"
Tuesday, March 16, 2010
Partido "Social Democrata"
O pus da fístula
O “procurador geral” da inquisição subsistente reconhece a existência de três mil sacerdotes-pederastas (é a expressão exacta) detectados nos últimos oito anos. É só o que há, parece dizer o mostrengo. Isso o diz para que se saiba que não há transigência da igreja quanto a tal fenómeno. Todavia não os entregaram às polícias e isso é transigência que baste. O porta voz do Vaticano vem dizer que a “pedofilia” é um problema na igreja como o é na sociedade. Isso não é verdade. Um pederasta vulgar é um tarado. Fora dos contextos papistas não é um modelo. Não tem incumbências de pedagogia moral. Não preside nesses termos a uma comunidade. E sobretudo, não difunde a tara cristalizada pela moral, como o execrando papismo o fez ao longo de séculos (haja em vista a estatuária execranda do “S. Sebastião”). A obcecação pretensamente moral do papismo pelo sexo é bem o reflexo das práticas clandestinas que se tem consentido a si próprio. A repulsiva encíclica que o execrando Ratzinger vem anunciando promete ser mais um monumento desta moral pornográfica, protecção primeira de todas estas taras. Alicerce de todos estes crimes. A “defesa” do Vaticano traduz uma propaganda repugnante. O pus de uma fístula. Isso é tudo o que lhes sai da boca. E das patas.
Sunday, March 14, 2010
Jean Ferrat
Morreu Jean Ferrat. Ascendência russa. Bom homem e fiel aos seus. Amava a terra onde vivia E a bravura de quem lhe salvou a vida foi a lição de filosofia política que nunca esqueceu. L’Huma presta-lhe homenagem. Nós registamo-la.
Eleições Regionais Francesas
Abstenção “record”. Esquerda em vitória clara. Radicais de esquerda revigorados atingem os 9,5% eventualmente adicionáveis aos 30% do PS. (Uma ressurreição). Europe Ecologie ficou nos 12,5 %. FN nos 12%. (Outro ressurgimento). O primeiro aspecto é o do esmagamento dos centrismos. Permanece por esclarecer o significado político da abstenção.
Monday, March 8, 2010
Revisão
A luta continua
O destino da Ucrânia segundo Bush (credo!), não corresponde ao pretendido aggiornamento mais “europeísta” (Deus nos valha!). Os russos também têm uma perspectiva da coisa, é certo. Mas nenhuma das ideias parece corresponder à naturalidade do que os ucranianos têm a contar. E isto tem de ter um fim. As criaturas do bloco Timochenko vieram hoje defender o título póstumo de herói a Bandera (um colaborador com o invasor alemão que para ali levou escumalha como Krasnov) e, acrescentam, para defender o ucraniano como única língua oficial. Isto deveria ter, em princípio, a resposta de sempre.
Sunday, March 7, 2010
Grande Notícia!
O JUMENTO
Plano (muíto) inclinado
A Best’Alves
O "direito é hoje mais exigente, tendenciosamente mais especializado e complexo" (Rogério Alves dixit). A besta não distingue “tendencial” e “tendencioso”. Habitualmente anda agarradinho às fórmulas da Lei positivada que vomita à cadência de uma máquina de costura. Mas se lhe cortam esses textículos, o minuteiro aparece assim. Porque é assim que ele é. É realmente imprescindível cortar os textículos aos minuteiros. E – in casu- devolvê-lo de textículos cortados à Opus que o pariu. Não espanta que metade do empenho que esta gente põe na restrição e perseguição à liberdade de palavra dos outros seja simples aversão a quem consegue expressar-se com suficiência, a quem tenha uma educação literária regular. Nem espanta que tal gente espontaneamente se sinta solidária com as limitações de todas as bestas e as defendam de toda a crítica.
O DOUTOR GROTESCO
Cavaco fez rir a Catalunha apresentando Portugal como “país forte” no
PORTUGAL E GRÉCIA
Há êxitos de Papandreou no plano externo. De França obteve a disponibilidade para o apoio à “garantia europeia”. Merkel compromete-se com a ponderação de uma imposição politica (de travão? paragem?) aos especuladores capaz de lhes vedar a canibalização do Estado Grego. A Rússia oferece a manifestação de boa vontade esperada de uma velha simpatia e negociações satisfatórias quanto aos novos gazeodutos. Dos amigos árabes vem o anúncio de um investimento significativo do Abu Dabi na construção naval grega (e a indústria naval é a mais importante do país). Os USA - a Grécia é um campeão do anti-americanismo – acrescentarão pela certa alguma coisa a esta teia de apoios à política de verdade que Papandreou decidiu empreender. Recorda-se que foi iniciativa política sua a revelação da fraude no tratamento dos números (responsabilidade do governo anterior) que ocultava a real proporção do deficit. Esta iniciativa traduziu-se no enorme desafio que o governo tem pela frente e traduzirá no futuro próximo a indesculpabilidade da manutenção dos truques de dissimulação da fraude em Portugal. Portugal não pode deixar de estoirar. A Grécia pode recuperar. A subalternidade política portuguesa, o servilismo no plano externo, acompanhado da imprestabilidade tuga para o que quer que seja – Açores à parte - deixam o país completamente desarmado no que respeita aos recursos politicamente mobilizáveis no plano externo ou interno. Merkel fez notar a necessidade de modernização do estado administração, onde os funcionários patrimonializam os limites à liberdade de empreender, convertendo as proibições em corrupção. Isso vai acabar, portanto. Em Portugal não acabará jamais. À Grécia foi sugerido que vendesse algumas ilhas para pagar a crise. E a esse insulto, o governo reagiu bem. Na tugária eles estarão dispostos a vender a própria mãe, não sendo todavia certo que alguém pretenda comprá-la. (Todavia a corja papista pode estar interessada em comprar-lhes os filhos). Comparar Portugal à Grécia é realmente má-fé. Bem entendido, os dissentimentos crescem rapidamente entre o helenos e a situação é politicamente explosiva, muito embora o Chefe do Governo Grego tenha, por ora, apoio eleitoral inequívoco e suficiente, mantendo bom apoio na opinião pública, nunca tendo estado em causa a sua credibilidade pessoal aos olhos da sua gente. (Nem teve de comprar a licenciatura depois do quarenta na independente, nem foi promovido pela pedoclastia papista). Na Grécia, a juventude universitária não adere em parte significativa nem ao presente, nem ao projecto. Pode portanto exponenciar a contestação operária de rua e ultrapassar o PASOK. A Grécia tem alternativas políticas no plano global como no regional. Em Portugal a juventude universitária está com os olhos na gamela, vive na mais óbvia indigência intelectual e moral e é globalmente incapaz do que quer que seja. A única alternativa regional à tugária é dissolução na Península Ibérica. E essa alternativa asseguraria, por si, vida mais digna e mais livre à infeliz população
Saturday, March 6, 2010
Georg Ratzinger
O irmão do Sumo Pontífice da colina vaticana será presumivelmente chamado a depor em Tribunal Criminal alemão quanto aos abusos sexuais cometidos sobre os meninos do coro que dirigiu desde 1964. Já anunciou na imprensa que “não sabe nada”. Isso “é normal”. Eles nunca sabem nada. Aliás o cardeal Ratzinger tinha até proíbido que soubessem alguma coisa. Felizmente a Alemanha não é dominada pelo papismo. A polícia alemã não é propriamente a polícia da tugária. Os tribunais alemães não têm as fraquezas dos tugas. E a opinião pública alemã está realmente desgostada com estas cenas a que não está habituada e às quais não quer habituar-se.
A execranda história do (“reverendo”) Marcial Maciel, tarado sexual, pedoclasta incestuoso, distinguido por Voitila
"Legião" era nome seu. (Como isto faz sentido). Fazia-se passar por agente da CIA – e talvez o fosse - junto da adolescente que engravidou. A CIA ainda não veio defender o seu bom nome nesta questão. O monstro violou os próprios filhos rapazes que querem persegui-lo além túmulo e fazem bem. Abusou da marca da Shell. É o fundador da “Legião de Cristo” (salvo seja). “Filho bem amado” do execrando Voitila, criatura muito dada a fenómenos de fé com esta natureza e naturezas próximas. “Não tenham medo” dizia a criatura - de execranda memória - rodeada de monstros destes. Bem entendido, a repulsiva gentalha da colina vaticana anuncia ter aberto um inquérito. Para quê? E “os legionários” pedem perdão, depois de longos anos de cumplicidade (e o diabo saberá que mais). Por nós mantemos que este testemunho do terror que tem sido - e permanece sendo - esta corja da colina vaticana, deve ser objecto de acção internacional conjugada em ordem ao arresto preventivo de todos os seus bens - em todo o mundo - e à salvaguarda do que tiver eventual interesse histórico ou processual. Quanto à corja, propriamente dita, deve ser objecto de investigação criminal urgente, país a país, em situação de prisão preventiva (cuja necessidade se nos afigura evidente face à perigosidade da organização). Independentemente do que venha a decidir fazer-lhes quem tiver a rude incumbência de julgar tão repulsiva corja, é-nos muito dificil suportar o peso da sordidez desta execranda escumalha, que todos os dias – numa provocação constante e violentamente ostensiva - somos forçados a suportar. Não importa que na tugária se tenda a ocultar - cada vez mais, felizmente - aquela tremenda cara de amiba que é a do cardeal Policarpo (em favor da cara do “bispo do porto” que se assemelha muito à de um homem normal). Mas a verdade é que todas as caras daquela gente trazem sempre o estigma disto. São sempre o sinal disto. Presentificam permanentemente isto. E a pura verdade é que temos o direito (sagrado) de fazermos com que esta escumalha nos saia da frente. E de vez.
Thursday, March 4, 2010
Costumada asneira
Wednesday, March 3, 2010
Hoje
Tuesday, March 2, 2010
Nada de Novo
Nada de alarmante nas novidades de hoje. Medvedev está em França e consuma-se o projecto da aquisição do porta-helicópteros Mistral. É interessante que a Rússia compre material de guerra a um estado da OTAN. No Uruguai prossegue o declínio do império americano com a tomada de posse do velho e tranquilo guerrilheiro como Chefe do Estado no depauperado Uruguai. Na Colômbia o serventuário Uribe anda excitado com as notícias geradas (em parte por si próprio) e em cujos termos haveria – com a cooperação Venezuelana – uma conjugação de esforços entre as FARC e a ETA, coisa à qual o Presidente Chavez já reagiu oficialmente, a rir da “realíssima Audiência Nacional” (sic). A tugária continua a chafurdar na lama da Madeira, como se na Madeira tivesse havido nos últimos trinta anos alguma coisa além de lama. Chafurda também noutras lamas. E os números oficiais continuam a não disfarçar o desemprego que cresce, prometendo sempre a convulsão que tarda. Mário Soares publica uma crónica onde alinha, como sempre, meia dúzia de lugares comuns. O Conselho Superior do MP vai reunir e já se noticiou quanto decidirá. (Mais uma deliberação que antes de o ser já o era). A Interpol parece ter localizado um perigoso bloguista do Ministério das Finanças da tugária, assim se confirmando a existência de uma importante polícia política capaz de níveis de eficácia já inquietantes. Com Interpol ou sem Interpol, continuaremos a tratar a corja a tiro de Blog. (Pensavam que nos metiam medo, os pequeninos). E acabaram os jogos de Vancouver. Com o Canadá em merecida alegria e a Rússia a ser cruelmente confrontada com a quebra evidente que o desinvestimento no desporto e no ensino geraram. E os dirigentes do estado sublinharam bem que tinham percebido o problema. Antes assim. Felizes os estados cujos dirigentes percebem os problemas. Era bom viver num estado assim. Nada havendo de alarmante nas novidades de hoje, há que bater no papismo. Ora bem, no mês passado, Ratzinger atirou-se às novas proibições de discriminação dos trabalhistas ingleses. E o “motivo” do protesto é que receia que essas leis possam obrigar as estruturas papistas a contratarem homossexuais (!) a coisa tem alguma graça porque não são raros os países onde se pensa que o “sacerdócio” do papismo é uma opção de vida muito própria dos homossexuais.