Tuesday, March 30, 2010

LIBERDADE DE EXPRESSÃO NA TUGÁRIA

São realmente "muita'stúpidos". Eis o estado do execrando raciocínio "penalista" na execranda tugária: pode-se chamar bandido a um corruptor, desde que seja em "contexto de debate político". Mas não se pode chamar corruptor ao corruptor (sem ser em contexto de debate político), mesmo que o corruptor tenha sido judicialmente condenado enquanto tal e ainda que a sentença não esteja transitada (parece que falta o contexto do debate político, seja isso o que for). O juiz também achou mal que se tenha chamado ao corruptor "criatura ignóbil" (fora do contexto do debate político, presume-se). Mesmo que a criatura seja ignóbil? Os gajos não gostam das expressões de aversão. Acham-nas "juízos" ilícitos. E como se o amor universal pudesse ser tutelado pelo Processo Penal, paf! Sai condenação. São doidos, os imbecis. Pois já nós achamos que todos os raciocínios em presença são raciocínios de criatura ignóbil (chamando agora criatura à função de julgar nestes termos). Talvez a função de julgar nestes termos pudesse voltar ao asilo que a pariu, não? Porque é que José Sá Fernandes estaria em debate político e Ricardo Sá Fernandes não? Porque o debate político para estas cabecinhas tontas exige um estatuto pessoal diferente da mera cidadania. Asilo que os pariu, realmente. São perfeitos oligofrénicos. Ante cujos olhinhos baços importa sobretudo perseguir a notoriedade pública atingida por Ricardo Sá Fernandes. Os gajos da Ordem dos Advogados não ficam evidentemente atrás de tais julgadores. São iguais. João Correia e Aguiar Branco coligaram-se contra Sá Fernandes em "parecer", dizem eles. E os cafres do Conselho de Deontologia de Lisboa largaram acusação em conformidade. (Um conselho de gajos do foot e alguns bêbados, mais umas gajas à escala e saídas de parte nenhuma). O melhor ainda era chamar a a Dona Ezecrácia que os largou no mundo e vestir-lhe uma beca. Ou ir advogar para a Galiza. Esta gentalha é intolerável. E estes procedimentos são impossíveis de aturar. Uma palavra para António Marques defensor do Névoa. Emitiu uma palavras de estima pelo Névoa. Isso também é interessante. Mesmo as criaturas a quem nem a mãe conseguiu amar, podem encontrar um advogado que os entende e estima. É uma função inesperada da advocacia. E faz pelo menos simpatizar com o advogado.

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