Sunday, November 29, 2009

o cardeal arrependido

o cardeal de Dublin pediu perdão mais que de modo contristado, de forma pungente. É quanto diz a satanarquia papista, pelo menos. O "presbítero" Vilas Boas do cardeal de Lisboa (habitual colaborador das setenta vezes sete de Rego, outro presbítero do cardeal de Lisboa) veio comentar a coisa com a Márcia (ex miss Curraleira) na RTP, único lugar onde um tal fenómeno poderia existir. E disse que nunca tinha visto nada assim, nada sequer parecido com tal discurso. Tudo o mais ele tinha visto, portanto. Aquilo é que não. Achou o cardeal de Dublin corajoso por isso. Já a nossos olhos o pedido de perdão, desde o execrando Voitila, é uma arma entre outras. Depois de um pedido pungente de perdão tudo se passa como se fosse horrível manter as queixas e exigir as compensações. Tudo se passa como se fosse inclemente qualquer exigência de que tais monstros sejam postos na posição de não poderem fazer mal a mais ninguém. Tais pedidos de perdão são esbulho violento dos direitos de queixa, por consequência. Uma tentativa de silenciamento tão violenta como qualquer outra. E uma ostentação masoquista que continua a espalhar as deformidades de alma que provocaram o escândalo público. Mantém a "imagem da brandura" que tal padralhada exigia às suas vítimas e assim continua a apresentar-se como modelo de conduta. Tais pedidos de perdão são outro escândalo. Outro crime. Outra cobardia. Outra violência. E simples sintoma dos mesmos males. Nada disto é susceptível de perdão. Porque não se perdoam sintomas. Nem truques destes. É preciso extirpar aquela gentalha da vida alheia. É tão simples como isso. Quanto ao destino de tal gentalha, eles que tomem a cruz que escolheram e sigam o Mestre. Enfrentem os seus demónios nos desertos e rendam-se-lhes, como até aqui, ou vençam-nos. Mas ao nosso lado, como professores, com escolas abertas, subsídios estatais e pretensa credibilidade pública, isso não. Vendam os bens deles, distribuam o dinheiro pelos pobres que fizeram e tomem a sua cruz. Dando graças a Deus por não serem queimados numa fogueira, ou impalados, ou mortos na roda. Que eram as penalidades em vigor quando eles podiam determinar penas.

Saturday, November 28, 2009

Satanarquia papista: os casos da Irlanda

Não é preciso acrescentar grande coisa. É a pedoclastia na Irlanda “católica”. Terra de todos os terrores como qualquer outra terra “católica”, incluída a resistente tugária onde o cardeal nulicarpo, encostadinho às máfias locais que gostam de se chamar maçonarias (mas poderiam chamar-se qualquer outra coisa), lá vai conseguindo que ninguém fale em público nestes “segredos” lá das suas (deles) fratrias comuns. Uma coisa vale acrescentar: a ficção de que estes problemas devem ser indemnizados recorrendo apenas ao património das “igrejas” do lugar, às vezes até ao património das dioceses. Não é verdade. Deve responder patrimonialmente a igreja papista enquanto tal e se os bens neste país (ou noutro, onde os processos tenham corrido, corram ou venham a correr) não forem suficientes, requerem-se os reconhecimentos de sentenças noutros países e aí se procederá às penhoras e vendas que forem necessárias. Não estamos a ver que os Tribunais da Roménia, da Sérvia, da Rússia, da Bielorrússia, da Bulgária, de Cuba, da Venezuela, da Bolívia, da Nicarágua, do Equador, da Síria, de Israel (apenas para focar alguns exemplos rápidos) recusem as hastas públicas para ressarcir as vítimas da pedoclastia. Isto seria até uma contribuição importante para a pacificação nas terras onde os uniatas andam a fazer desgraça há séculos. Mas, em boa verdade, isto são crimes contra a Dignidade Humana e os processos podem correr em qualquer país. Também se pode fazer julgar isto na Sérvia ou na Rússia por requerimento de qualquer vítima. E assim era porventura mais fácil.

Friday, November 27, 2009

Choque frontal

A besta que conduzia desabaladamente o carro de função de Jaime Gama espetou-se hoje, no meio da cidade, contra o carro de função do chefe da segurança interna que outra besta conduzia desabaladamente. Más notícias: Jaime Gama não ia no carro e o chefe da segurança interna está fora de perigo. Mas confirma-se a regra geral: se os outros saírem da frente eles rebentam-se reciprocamente as ventas (e a regra aplica-se também aos respectivos serventuários).

Pesadelo e vara

Armando e vara esperam que o pesadelo acabe. O pesadelo espera que a vara e o Armando acabem. Nós esperamos que acabem o Armando, a vara e o pesadelo. Assim Deus o queira.

Faces reveladas

Os gangs de ministros estão muito enervados com a suspeição que os gangs de juízes lhes atiram para cima. E vice-versa. Todos acham que a respectiva honorabilidade está a ser posta em causa pelos outros. E é verdade, claro. Mas nenhuma honra é tocável por qualquer injúria ou calúnia, porque os outros não lhes dão crédito onde a honra exista. É simplesmente assim. Já qualquer verdade põe em sobressalto qualquer honorabilidade fictícia. O que fere a pretensa honra nunca são as injúrias, mas a plausibilidade (ou a verdade) daquilo a que os “ofendidos” chamam injúrias. E a simples plausibilidade traduz a radical ausência de honra reconhecida pela comunidade. Essa plausibilidade é incompatível com qualquer honra. Daqui decorre que a vingança delegada (e exercida) nos (e pelos) serventuários judicantes, ao abrigo do pretenso crime de injúria (ou de difamação), é efectivo crime contra as liberdades civis e políticas. Por consequência, devemos esperar que os gangs de ministros liquidem quantos possam entre os gangs de juízes. Esperando igualmente que os juízes liquidem quantos consigam entre os gangs de ministros. Depois é preciso tratar dos que entre uns e outros sobrem. Porque não deve sobrar nenhum. Mesmo que já não haja país. Não pode sobrar nenhum.

Sunday, November 22, 2009

VIVA O SOBRESSALTO PERMANENTE

As hordas de parasitas da “ordem dos advogados portugueses” agitam-se. O bastonário diz que não há dinheiro e boa parte dos protegidos da corja, abusivamente contratados como funcionários (em números exorbitantes e com remunerações de estarrecer) têm de ir, simplesmente, procurar alguma actividade onde se sustentem, mas fora dali. A coisa é de uma razoabilidade evidente. E as polícias políticas instaladas (os ditos “conselhos de deontologia”) tornaram-se órgãos de extorsão. Num clima de delação generalizada. Esse clima nunca se dissipou, verdadeiramente. As pessoas com mais de 50 anos nesta terra foram todos educados sob o provincianismo pidesco e os outros foram alunos ou filhos dos primeiros, a menos que tenham sido, claro, pais dos primeiros e avós dos segundos. Exemplifiquemos: um proxeneta recebe uma petição de despejo. O patrocínio da acção de despejo não é assegurado por alinhado em qualquer dos gangs federados. O proxeneta queixa-se “à ordem”. Diz-se insultado. Desconsiderado. Diz que o advogado da petição não o olha como gente, não o trata como gente e trata o advogado da sua defesa como se estivesse a lidar com um cúmplice do proxeneta. O juiz nada viu de estranho em nenhuma arguição, em nenhuma atitude, em nenhuma posição. O proxeneta acha que o juiiz é hostil. E a horda desata a pressionar o advogado peticionante. A acção ganha-se na primeira instância. Os gajos da horda deduzem então acusação disciplinar. O recurso ganha-se em segunda instância e a ordem sanciona. É taco a taco. Com respeito absoluto do calendário judicial. O processo disciplinar da ordem serve pois e apenas para extorquir dinheiro, em favor da posição do proxeneta e do cúmplice-advogado do proxeneta e ao mesmo tempo para inibir a discussão em recurso perante o STJ. No fundo, aqueles tempos onde os processos inquisitoriais serviam apenas para roubar os cristãos-novos, esses tempos nunca passaram. Os alvos é que mudaram. A prova vem dada pelas caras daqueles homúncula. Olhem-se para elas (outra vez). Não destoariam nada na portaria ou no bengaleiro de um bar de putas. Podiam perfeitamente ser funcionários de um asilo de Dickens. As caras destas criaturas são bem o espelho de quanto fazem e de quanto fizeram os que os largaram no mundo. Do ponto de vista religioso, tais caras são uma blasfémia. Como ousam tais homúncula aviltar a tais pontos a imagem de Deus que deveria brilhar em todos os homens? - Blasfémea. A aversão de tal gentalha por qualquer normalidade, vem-lhes escarrada nas trombas. Mas aquilo está a falir. Deus seja louvado. Os advogados (que não sejam cúmplices de proxenetas) deveriam proceder a uma suspensão generalizada do pagamento de quotas por seis meses. Isso bastaria para entregar tal escumalha ao seu destino. Fica feita a sugestão. E entretanto, sim, é despedir-lhes os funcionários. Enquanto não se puder encerrar tal gentalha nas cadeias onde, também ali, as respectivas ventas em nada destoarão de nada. A partir da actividade dos “conselhos de deontologia” não escaparia ao cárcere nenhum dos signatários daquelas aberrações sempre alheias a qualquer direito. Não é por acaso que tais textos são mantidos absolutamente secretos. Como secretas são mantidas as percentagens de derrota em tribunal administrativo e também os estranhos meios que estão em marcha para compensar isso. Uma segura conclusão: não é possível reformar a justiça nesta terra sem tratar a preceito dos condicionamentos impostos à advocacia. E é evidentemente seguro que os organismos reguladores da advocacia não podem continuar entregues a corjas destas (que nem de ler ou escrever parecem capazes). É preciso pensar em entidades independentes para tal função (que há-de começar com uma sindicância a estas estranhas actividades, com remessa dos dados a processo criminal). A "auto-regulação" está destruída por esta triste ficção, aliás criminosa segundo tudo indica.

Thursday, November 19, 2009

A qualificação futebolística:o pesar como sintoma e a aversão como evidência

No fundo, odiamo-nos uns aos outros”, diz com pesar Baptista Bastos. Isso é experiência comum na tugária. E começa a notar-se muito. Mas vamos ver se podemos falar de boas coisas. A Argélia está em festa com a qualificação para o mundial de futebol. A França não está contente com a equivocidade da sua qualificação. Já entre tugas apenas saíram aos gritos comemorativos duas ou três pessoas (por assim dizer). Foi a coisa mais vista do ano nas televisões da tugária. Não obstante, a população recusou qualquer festa. Agradável surpresa. A federação portuguesa de futebol ganhou uns cinco milhões de euros e isso trava-lhe o caminho da insolvência. Uma pena. Uma oportunidade de oiro estupidamente perdida. Continuam com emprego o Madaíl e o seu Relógio de flacidez encadernada pelo foot. Tem sido o homem de mão de João Correia e Júdice para os jeitos da casa pia, na ordem dos advogados à escala. Curiosa personagem. Interessante presença a de uma criatura do foot, meio consabidamente impoluto (não será?), a controlar advogados. A criatura informa-se pelos tantans da selva, segundo diz, (confessando-se selvagem, portanto, nem sequer é um rústico). Confere. É má notícia que continuem com emprego. Deplorável, mesmo. E assim parece tê-lo entendido a população. A selecção foi recebida com escarros bósnios à chegada. Tratamento adequado aos emissários do país dos soldados baratos da OTAN, numa terra explicada e arruinada pela ocupação da OTAN. Mas os rapazes do tuga’s foot também foram vagamente ignorados pelos “seus” no regresso ao “torrão natal”. Porque haveria de festejar-se a chegada de mais dinheiro para a corja? Que motivo de festa podem nisso ver os desempregados, os falidos, os doentes não tratados, as vacinadas cujos fetos morrem (tanto quanto parece) da vacina? E os perseguidos pelos dementes contabilistas do fisco? E os espectadores do caso free port e da face oculta, da casa pia e do caso portucale? E os que vêm negada qualquer justiça por tribunais de juslabregos? Os que são entregues a advogados condicionados e perseguidos por uma ordem de jusalarves (como Luís Relógio), instrumentos de fratrias como a Opus ou pretensas maçonarias à moda do lugar, maçonarias de polícias que perseguem vítimas? Que motivo de festejo pode ter até o funcionário-médio, diante do país com a população em debandada e a redução drástica do funcionalismo no horizonte próximo?... Ficaram, enfim, quase todos em silêncio. Vamos ver se esse silêncio se mantém. Eis um belíssimo prenúncio de tempestade. Ou de abandono. Ambas as coisas são remédio. Embora (como sempre) aqui se recomende preferencialmente o abandono. “No fundo odiamo-nos uns aos outros”. Não é assim tão no fundo. É bastante mais claro que isso. E Deus seja louvado por este vestígio de normalidade. Só é preciso remeter a coisa para os limites da expressão razoável, mas eficaz, da aversão. Aqui, ou se faz da merda matéria de ocupação própria, ou se deixa a merda às moscas. Em tão restrita alternativa, isto não parece lugar para homens e mulheres normais. Nem, por consequência, lugar onde se possa fazer crescer uma criança sem riscos desproporcionados. É mais prudente deixar tal gestão às moscas, à excepção dos que não conseguirem sair de cá. Esses vão, provavelmente, ter de matar moscas. E fazer da merda, adubo. Ficaram, uns e outros, calados diante do convite de festa, apesar das emissões televisivas dos jogos terem sido as mais vistas do ano. Estão quase prontos, então. Ainda bem. Este não será, ainda, o pior sítio do mundo. A ficção bósnia vai mais adiantada que a tuga, por exemplo. Mas os destinos são semelhantes. E nem aqui nem lá tais destinos são efeitos da globalização.

Sunday, November 15, 2009

Partiu o Santo Patriarca Paulo

Esta manhã partiu ao encontro de Cristo o Santo Patriarca Paulo da Sérvia, após um longo período de fraqueza física. Ficamos um pouco mais entregues a nós próprios. Mas que privilégio tivemos! Que mestres tão nobres, tão bravos, tão serenos, tão lúcidos, tão sábios, nos foram dados nesta geração de homens de Deus. Os céus sempre nos disputaram tais presenças. Como não haveria Deus de os querer mais perto d' Ele?

O ERRO DE HILÁRION

O jovem arcebispo Hilarion – porventura o mais cintilante dos discípulos brilhantes de Kiril I – deu uma conferencia de imprensa que o Le Monde relatou. O jovem arcebispo é imparável. Compositor, Teólogo, Historiador, vai-se afirmando como dirigente da Igreja Russa sendo o mais jovem dos membros do Santo Sínodo. Parecem já longe os dias do conflito com o Santo Metropolita de Surov que foi, claramente, um homem bafejado pelos dons da bravura, da serenidade e da genialidade. Hilarion segue a estratégia do seu Patriarca. Chamar os papistas a uma frente comum em torno das referências que subsistam comuns (e cuja importância o jovem arcebispo exagera). Multiplica-se portanto em apelos e convites aos heresiarcas papistas, falando aos sodomitas papistas dos valores da família, falando aos esclavagistas papistas da liberdade em Cristo, falando aos criminosos do hegemonismo papista em cooperação leal em torno de objectivos comuns. Parece que o jovem arcebispo não se lembra dos tempos em que os papistas compravam as consciências com bolsas de trezentos dólares para a frequência dos seus seminários na Rússia (quando um cirurgião cárdio-toráxico ganhava cem dólares). Imagine-se o doloroso problema de consciência de um rapaz de vinte anos, dividido entre a subsistência da família inteira ao abrigo de tal bolsa e a fidelidade à sua igreja. Heróica juventude ortodoxa. Mnô gaya leta!... Hilárion não percebeu ainda que ter os papistas perto é como alojar uma base militar americana: ao lado só crescem bordeis e asilos. Ingénuo Hilárion que insiste em ver o mundo a partir das vastas bibliotecas do Patriarcado e dos seus intensos amores de homem de cultura e talento, que insiste em olhar para os outros vendo neles alguém semelhante a si mesmo e tratando, por isso, a sordidez dos papistas como um detalhe ignorável. Pobre arcebispo. Olhos sem pecado dificilmente o vêm. Felizmente o seu clero está mais atento e, à cautela, não consentiu sequer que as cúpulas da Igreja paroquial russa de Roma ficassem abaixo das da colina vaticana. Moscovo é a Terceira Roma. Mas Roma não é a Primeira Moscovo. Uma e outra viverão. Mas o papismo não. A Santa Igreja Russa cortou relações com os anglicanos e os luteranos que dão bênção às uniões de pessoas do mesmo sexo e imaginam ter elevado mulheres ao episcopado e ao presbiterado. Mas a verdade é que esses, no imenso desvario de tais opções à luz da Tradição, esses são infinitamente mais normais como homens e mulheres do que alguma vez o terá sido a corja da colina vaticana, mostre-se ela como se mostrar, esteja onde estiver, diga o que disser. O desassombro intelectual de um homem de cultura corre outra vez o risco do assombramento pela sordidez papista. Não é infelizmente o primeiro. E nenhuma razão há para supor que será o último. Felizmente, também nós estamos cá. E fraternamente lhe dizemos que isso vai dar quanto sempre deu. Até à consumação, não poderemos fazer grande coisa. Em qualquer altura, porém, não hesite o Santo Arcebispo em contar connosco. Antes ou depois da decepção, estamos prontos a mostrar-lhe o monstro papista desde os da tugária aos do Chile e da Argentina e podemos mostrar-lhos um a um, tromba a tromba, escrito a escrito, monstruosidade a monstruosidade. Como quer o arcebispo -los a falar em uníssono, connosco, em favor dos valores comuns? Quais valores comuns? Nós não cultivamos a simonia, nem o massacre como instrumento de conversão, nem a violência opressiva como fundamento da ordem, nem a intrusão de tarados na vida familiar alheia a pretexto de pretensa espiritualidade. Mesmo do ponto de vista táctico parece dispensável que estejam perto de nós. Nós não usamos sicários (embora eles os usem) e nem desse ponto de vista, portanto, se regista qualquer conveniência na aproximação de tais monstros. Aliás na Santa Rússia produziu-se esse instrumento admirável da liberdade dos povos que é a AK47. O alcance da arma é razoável. Os papistas podem portanto ser mantidos um pouco mais longe. E em nota final sempre se dirá que nos pesa reconhecer a boa razão daquele pragmático director do KGB que, com radical simplicidade, confirmou que, sim, fuzilava qualquer padre papista (se é que tal coisa existe) quando lho traziam em flagrante de passagem ilegal da fronteira. Vinham em regra de intestinos desarranjados e com taquicardias, segundo relataram cúmplices sobrevivos. Claro que fuzilava, disse o antigo director, com inexcedível objectividade. E quando lhe perguntaram “porquê”, respondeu num encolher de ombros e em tom reservado à mais gritante evidência: -“porque eram espiões”. Era precisamente o que eles eram. Um director da CIA em Itália confirmou-o no mesmo documentário, rememorando que nenhum director da CIA alguma vez teve de esperar na antecâmara papal, entrando sempre e directamente no gabinete do papa Montini e para recolher as informações da Rússia. A CIA soube usar os papistas. Não pode censurar-se ao KGB o facto de ter encontrado modo de lidar com isso. A Segurança do Estado fez o que havia a fazer no seu ponto de vista (e porventura no nosso, embora possamos pensar melhor nisso). Hoje e na Rússia esses fenómenos já serão um pouco mais e bastante piores do que simples espiões. Mas há coisas que é preciso ver, por mais concludentes que hajam sido as experiências anteriores. E Vladika Hilárion vai ver tudo isso, pela certa. Já que insiste. Nós estaremos sempre por perto. E nem sequer recordaremos ao santo arcebispo o que lhe dizemos em tal matéria.

Friday, November 13, 2009

A EMBLEMÁTICA SUCATA, OU O CÉREBRO GODINHO, OS VENTRES GESTORES, AS TENSÕES INTESTINAS, OS PROCEDIMENTOS SIGMOIDAIS E OS RECTOS TRIBUNAIS

Os basbaques túgares andam discutindo se – sim ou não – deve, ou não, o supremo tribunal túgare decidir questões de escuta telefónica acidental do primeiro ministro da tugária. Foi ouvido a dizer coisas à vara (vara, como se sabe, é um conjunto de porcos e, ainda, como palavra homófona, um tribunal colectivo túgare de - sempre muito - primária instância). Tem isso real importância?... Nenhuma. Quanto se passa é que o partido da moderna e independente, (mais o do caso portucale), o partido do BPN, BPP e da operação furacão, poupado ao caso Casa Pia e demais pedoclastias - como a igreja maioritária túgare – continua o seu assédio moderado ao partido do free port, da casa pia, da lusófona e das sucatas. Nada de sério, em síntese. A direcção do socialismo túgare está tranquila, porque os disparos respeitam as regras e limites estabelecidos e não atingem o que não pode ser alvejado. O processo das sucatas segue o seu curso rumo a parte nenhuma. Apresentam-nos o Godinho – exemplo modelar do baixo-ventre frustre lusitano como “o cérebro” (imagine-se) e mentor (nem menos) de um gang de ministros e gestores públicos. É certo que num sítio de merda, gente de merda obedecerá sempre e sem hesitações a quem lhe pague. E este é um argumento de peso em favor de tal tese. O grande problema é que paga quem tem – mesmo funcionalmente - e o Godinho não tinha. Quem detinha os meios, i.e. os bens a comercializar ilicitamente – os metais não ferrosos e a sucata de ferro – não era o Godinho. Tão pouco o Godinho tinha, ou poderia ter, qualquer acesso aos mecanismos de gestão que mandavam tratar tais metais como lixo e, portanto, os reduziam contabilisticamente a zero. Tanto basta para fazer surgir o Godinho como homem instrumental. Era encarregado pelo gang de retirar dali os metais, ao abrigo de um contrato de remoção de resíduos industriais, obrigado todavia a pagá-los ao preço adequado a quem assim lhos cedia e não às empresas a que eram furtados. Tirar dali, significa, tirar da REFER, da REN, da PT, da EDP, se bem entendemos. Toneladas sem fim de tudo. Latão, cobre, alumínio, inox. Depois o Godinho vendia esses metais a sucateiros. Estes, por seu turno, não sendo suficientemente ricos para que uns milhões de euros lhes voem pela porta fora sem qualquer factura ou recibo, trataram de arranjar quem lhes facturasse aquilo. Ou seja: as compras e vendas fizeram-se e os sucateiros pagaram quanto valiam tais metais. Mas compraram e pagaram ao Godinho e ainda pagaram a factura à parte (a quem facturou o que Godinho não podia nem queria facturar). Porque era assim que o mercado funcionava. Melhor, era assim que esta gentalha condenou o mercado a funcionar. Vem então o Fisco e o MP em perseguição das vítimas, dizendo-lhes que como as facturas são falsas, os sucateiros fizeram uma fraude fiscal de milhões. E aproveitam para os arruinar, paralisando-lhes o negócio, penhorando-lhes o património, apreendendo, até, os carros deles e dos familiares que a polícia passou a usar ainda durante o processo e mesmo antes da acusação (não é brilhante?)… Isto também permite a centralização da riqueza propiciada pelo negócio na Mota Engil e outras entidades, bem entendido. Mas a tese fiscal não podia manter-se muito tempo com a discussão pública do processo das sucatas. Era tão estúpida a situação que até um jornalista corria o risco de perceber. Então, desaparecem os jornalistas do debate público e reinventa-se o Godinho. Foi o alçamento de servo a cérebro. E seleccionam-se os desgraçados que “têm de aguentar”, dando-lhes presumivelmente todas as garantias, claro. Nem é difícil imaginar o que lhes dirão. É “um mau bocado”. Mas “tudo acabará em bem”. Isto “não é um abandono”. "Estamos convosco". Foi uma coisa que “correu momentaneamente mal”. “Nem tudo foi bem pensado”. “É o risco”. Mas “tudo se recomporá”. “Atrás de tempos, tempos vêm”. E assim postas as coisas, nem os processos judiciais são para levar muito a sério. Um detalhe foi o de não se perceber como é que o Godinho teve conhecimento de um acórdão antes sequer do texto ter sido assinado. Falou dele ao telefone. E foi escutado. Começou-se – aliás estupidamente - à procura de uma explicação para isto. Os funcionários da secretaria dizem que não têm nada a ver com o que quer que tenha acontecido. E os desembargadores adjuntos dizem outro tanto. O relator não tem explicação. E, portanto, está tudo perfeitamente explicado. Tão pouco há qualquer razão para que os demais processos sejam diferentes desse. Isto tem uma condição preliminar: a de que os advogados sejam também eles obedientes e esta obediência dos advogados consegue-se pela loja, pela capelinha, pela sacristia. Aqui, tendencialmente, só haverá advogados que sejam bons católicos ou maçons seguros. Porque é que aparece sempre o Pinto de Abreu, sempre o Rodrigo Santiago, sempre o Alves? Mas o controlo também se faz pela intimidação massiva de todos os que não integrando as capelas e as lojas, nem frequentando as sacristias, têm de haver-se com a polícia política que na Ordem dos Advogados montaram Júdice e João Correia. A polícia política intromete-se em processos, sem nenhuma cerimónia. Os seus homúncula assediam insuportavelmente advogados independentes, a qualquer sinal dos seus cúmplices, ou de algum serventuário dos interesses que os alçaram. Foi tal polícia montada para proteger não apenas o partido da casa pia, mas todo o “stablishment” actual da tugária, contra qualquer forma de inteligência ou desassombro. E funciona, claro. Os homúncula que ali servem são iguais a quaisquer outros com análogas funções. Gentalha. Verdadeiros indigentes. De qualquer deles se podendo fazer, sem nenhum esforço, um caso exemplar de demonstração. (Como a seu tempo se fará). Como Eichman, não são monstros. Apenas merdas. Perigosos para as vítimas. E mais perigosos para si próprios do que imaginam. As desgraçadas vêm sempre penduradas numa braguilha, com erros de grafia nos papéis e erros de sintaxe na cabeça. E os desgraçados encontram-se algures e sempre entre o futebol e um vício secreto, segundo pensam, porque cometem sempre a ingenuidade e a imprudência de pensar (que loucura). Porque o banimento de qualquer inteligência se consumou, os basbaques travestidos de jornalistas, vão buscar uns “esclarecimentos” a uns basbaques travestidos de inteligentes. E então, ontem mesmo, na SIC, à noite, apareceu um rapaz engraçado a armar não só em jurista, mas em culto. Saragoça da Mata. Antigo ajudante de Vale e Azevedo. Assistente da Faculdade de Direito (ou coisa parecida). É bem um discípulo de Rebelo de Sousa, em todo o caso. E então para fazer uma analogia (muito) culta decidiu opor – nem mais - Copérnico a Galileu. Também ali havia dois sistemas, dizia o cretino. O de Copérnico e o de Galileu, atente-se bem. (Isto, para ilustrar a diferença entre o sistema inquisitório e o acusatório, sobre cuja caracterização também enunciou uma estranha perspectiva). O travesti de jornalista podia ter encontrado nisto o perfeito pretexto para um grande momento de entretenimento familiar. Mas provavelmente também aquele desgraçado não fazia ideia de quem tenham sido Galileu ou Copérnico. Saragoça da Mata esteve realmente a matar quando, imitando alguém, enuncia que num país onde tudo é mau, não há motivo para que a justiça seja boa. É verdade. Numa terra de merda, não há nenhum motivo para que um jornalista de merda não faça uma entrevista de merda a um Saragoça da Mata que, assim seguindo o próprio raciocínio enunciado, será merda e que, de resto, não tem qualquer motivo para não o ser. Como muito bem disse. Aceita-se a implícita confissão. Mas nisto, preocupa-nos o Godinho. Diabético e com essa fragilidade já publicada, está em condições ideais para que uma súbita degradação do seu estado de saúde possa explicar, a qualquer momento, o seu infeliz passamento. Aterroriza a possibilidade disso nos ser anunciado um destes dias. Porque aqui não há limites quanto ao uso instrumental dos homens. Sobretudo dos que se deixam usar, mas que nem por isso devem deixar de ser defendidos de nefastas utilidades alheias e de objectivos mais nocivos do que alguma vez puderam sequer conceber. E como sinal suficiente de tal perigo vem a publicação da condição diabética do homem. Não lhes basta a violação do segredo de justiça. O sigilo clínico e a reserva de dados pessoais também não lhes diz nada. Aliás aqui nada tem significado, a começar pelas normas para as quais se inventou um estatuto autóctone de sub-positivização. Estão escritas. Estão postas. E assim ninguém pode dizer que não existem. Mas nem por isso está adquirido o que dizem. E quando há o risco de tal aquisição, formula-se uma norma ou especificação contraditória. Desde a Constituição ao Código de Processo Penal não são raros os casos. Sendo sempre, não obstante, intensamente significativos tais casos. Politicamente falando, claro.

Saturday, November 7, 2009

PAPISMO EM DEBATE

O papismo foi levado a debate em Londres, por iniciativa da “intelligence squared”. Mais de mil e oitocentos participantes no debate recusaram à ICAR qualquer bondade no papel que desempenha no mundo, em votação final. Contra cerca de duzentos votos. Um jovem inglês olhou John Onaiyekan - diante das Câmaras da BBC - e perguntou-lhe: -”arcebispo, qual é a posição política da igreja católica da qual se envergonha mais?”... E Stephen Fry na sua alocução sublinhou as centenas de padres e freiras em julgamento, por genocídio, no mais católico dos países africanos: o Rwanda. E sublinhou ainda a canonização de Thomas Moore (pelo papa Voitila, de tremenda memória). Lembrou que a tal “santo” se deve o assassinato de muitos ingleses cujo pretenso crime foi o de terem lido a Bíblia em Língua Inglesa. Um debate radicalmente livre. Com respostas absolutamente descoloridas – senão absurdas - do arcebispo Onaiyekan e da deputada conservadora. Respostas construídas no elogio recíproco que ninguém mais acompanhava ou acompanhou. E a conclusão parece-nos adequada e evidente, aliás é sempre a mesma quando um debate livre é possível: a ICAR, enquanto tal, é uma força malévola de opressão, perversão, violência e radical falta de respeito pela vida, pela liberdade e pela dignidade dos homens, pela Criação Divina e pelos Evangelhos. Nem vale a pena persegui-los. Basta examiná-los e abandoná-los. Como ali se fez. Entretanto, o Tribunal Europeu dos Direitos do Homem condenou o Estado Italiano pela manutenção da quinquilharia papista nas salas de aula. Concordamos com a solução, sem recusar nem conceder completamente o fundamento respectivo. Trata-se da retirada dos “crucifixos” das escolas. É evidente que têm de ser retirados. E o que é isso, em tal quadrante? São estatuetas de homens de musculatura exagerada e, em regra, de abdominais sobredesenvolvidos, a contorcerem-se, numas cruzes, em imagens carregadas de sugestões – sexuais, inegavelmente – todas grosseiras e malsãs. Imagens que, do ponto de vista Cristão, não podem celebrar a vitória do Ressuscitado sobre a morte. Representam apenas o que mostram. Como as representações papistas do martírio de S. Sebastião. Um qualquer êxtase letal, porventura de natureza homo-erótica. E ali há quem veja, até e apenas, mórbida pornografia. A tara sob a pretensa moral. Não são coisas que devam expor-se em Escolas. Talvez possam ser estudadas em História da Arte. Mas a sua oferta à veneração, senão à adoração, da infância parece-nos impensável e deveria mobilizar imediatamente os aparelhos de protecção de menores. Os papistas celebram de resto a própria morte, também morbidamente, na primeira porta da direita na sua primeira basílica, em obra cuja genialidade se mede pela perfeita presentificação do horror, na mais austera economia de formas. A repulsiva construção define-se, assim e por isso, como percurso macabro iniciado na porta da morte e, sem conceder repouso aos olhos - desde o latejar do chão de muitos mármores, ao faiscar das talhas inúteis, acaba no trono do estupor do velho (infalível, dizem eles),perfidamente elevado sobre todos os altares, incluído o altar-mor, isto é, elevado acima de todas as formas da Presença Real, se acaso em tal construção se pudesse preservar esse sentido fundamental da Sagrada Liturgia. É malhar-lhes. Malhar-lhes sempre. Sem desfalecimentos. E abandoná-los. Sem hesitações. Qualquer crítica que falhe o alvo pode significar um desperto a menos. Ou muitas vidas a mais. Há pois que fazer um esforço para, malhando sempre, acertar sempre. Assim Deus, no seu infinito amor pelos homens, nos sustente o esforço. Não poderia Saramago escrever outro Caim?... Claro que sim.

Tuesday, November 3, 2009

O papismo ladra e o Saramago passa

O abominável Carreira das Neves veio à estacada com mais uma. No Expresso ainda em distribuição. (Possa Deus perdoar-nos tão específica referência e proteger quantos se expuserem, por culpa nossa, à pretensa erudição da repulsiva criatura). Abel era pastor e representa os campos. Caim, as cidades. E o conflito entre ambos é o conflito entre o igualitarimo dos campos e as cidades onde o igualitarismo morre. E com esta semi-ideiazinha que há-de ter-lhe parecido luminosa, vem contra Saramago, claro, como toda a corja. Até o Pulido Valente (por assim dizer) sacudiu os seus torpores alcoólicos para vir salpicar o Público com o respectivo vómito. Mas também o abominável Carreira das Neves parece estar bêbado. Em primeiro lugar a (por assim dizer) fraternidade dos campos não é o igualitarismo. Todas a comunidades rurais foram, são e serão (muito) estritamente hierarquizadas, porque não há família, clã, ou aldeia sem hierarquia. Em segundo lugar, há cidades e cidades (mesmo no Velho Testamento). Há a cidade que o trono olha como sua e o pode ser, ou não. Há a cidade que se sente aliviada pela distância a que está do trono. Há portanto – e deste ponto de vista - três cidades (a cidade do rei, a cidade que não quer ser a cidade do rei e a cidade sem rei). São muito diferentes e continuarão a sê-lo ao longo da História. Com a Grécia e com Roma as cidades sem rei (e às vezes, apesar do rei) definirão a urbanidade como padrão de igualdade dos que, a tal luz, forem iguais (são sempre muito mauzinhos para os camponeses, os rapazes das cidades, riem-se sempre muito deles e por nenhum modo lhes concederam alguma vez estatuto de igualdade). As cidades dos reis viverão no quezilento espartilho das cortesias, como cidades de gente servil que chega a enjoar o próprio rei. As cidades que resistem ao trono, são troçadas pela corte (raramente dispõe o trono de melhor remédio), que lhes quer tratar os cidadãos como estes tratam os camponeses (embora sem o conseguir sempre). As Histórias das Literaturas demonstram suficientemente isto. Há uma literatura cortês, que não é a literatura da urbanidade. E os campos erguem a tradição oral das suas comunidades, descoberta e redescoberta pelas cidades nos testemunhos literários de um período de maturação, de exílio, de repouso, ou da nostalgia deles. São “quadros sociais do conhecimento” claramente distintos, onde o “nós” e o “eles” estão muito bem definidos. Estes campos – ao contrário do que diria a narrativa bíblica se assim fosse, se o abominando Carreira das Neves pudesse ter razão - continuaram a ter herdeiros da sua fraternidade (hierarquizada demais para poder ser completamente fraterna). E no Livro – coisa de que anda a malta toda um tanto esquecida, neste pseudo-debate – só Caim teve descendentes. Como se fosse um segundo Adão sempre excessivamente terrestre, que pelas suas mãos quis fazer-se a si mesmo e se fez repugnante (como Carreira das Neves). Segundo Adão é um epíteto muitíssimo sério devido ao próprio Cristo (não se levem demasiado a sério os reflexos da pretensão de Caim). E as Escrituras vão registando, séculos fora, a mesma pergunta que lhe é feita a ele, Caim, e continuará a sê-lo aos seus descendentes. É sempre a mesma coisa (no essencial) - “ que andas tu a fazer?”… Um pouco como quem diz: “se te fiz homem, porque fuças tu como um porco?”… -“porque rosnas tu como um cão?”, -“porque uivas tu como um lobo?” (porventura, mesmo: - “porque grasnas tu como Carreira das Neves?”)… São as interpelações que o Saramago faz suas, também no essencial. Há um Deus no sórdido? Não, claro. Mas a gente olha para os papistas e parece que sim. A leitura de Saramago está legitimada pelo testemunho actual da sordidez à qual reage. Terá isto sempre sido assim? Virá esta monstruosidade dos textos? -perguntou-se. Foi ver os textos na versão definida por canónica pelo papismo. E concluiu que sim. É a conclusão dele. Devíamos poder discuti-la. Mas estes imbecis acham-se legitimados, não para a discutir, mas para censurar. Para admoestar. Para se porem em bicos de pés e -imagine-se- para se largarem a ensinar (à moda deles). Labregos. O abominável Carreira das Neves até vem com a Lei do contexto. Tratemos então de lhe meter a lei do Contexto onde ele precisa que lha metam: Não fez o papismo uma moral que cristaliza todas as taras e à luz da qual se subverteram todas as leituras das Sagradas Escrituras? Não é o papismo a nova sodoma desde a Austrália ao Canadá, passando pela Irlanda, Polónia, Hispânia e América do Sul? Não é a moral do papismo que vicia os textos? E literalmente os vira ao contrário? Não foram os papistas quem fez as traduções das quais se serviu Saramago? – Sim. Outrossim. Sim de novo. Sim, ainda. Sim, evidentemente. Poderia Saramago ter visto nos textos outra coisa? Podia. Se não estivesse na posição de Saramago. Mas, enfim, os cães do papismo ladram (e é verdade que ladram) e o Saramago passa (sendo evidente que passou).

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