Friday, August 31, 2012

ÀS ARANHAS

Voltámos. A casa das aranhas, confrade aparentemente simpático, deteminou publicar uma lista de membros do GOL até à letra M. O dito GOL ficou às aranhas. Até aqui quanto houvera tinha sido o Fernando Teixeira a funcionar como as pêgas cujos serviços geria no bar à Camilo Castelo Branco. Quem lá ia ficava marcado, como em todos os sítios análogos. E é denunciado pelas pêgas se a menor das coisas der para o torto. O defunto Teixeira publicou então uma lista de "dissidentes" e disse deles o "vieram cá, vieram cá" que as pêgas sempre dizem em anómalas circunstâncias análogas (até parece que não são elas as pêgas). Depois houve a cena do Nandim de Carualho (que era como o Clinton escrevia para grande orgulho da criatura). Veio gritar que aquilo a que presidira e quis presidir era uma "P2 à portuguesa". Acrescentou que tinha uns documentos comprometedores para o caso de lhe acontecer alguma coisa. Tinha que ser assim, claro. Caso contrário ele seria arguido como cúmplice. E não foi ainda. Não por enquanto. (Ninguém na procuradoria ali ouviu sequer nada de estranho, parecendo normal que um cidadão diga em público ter provas de indiciários crimes que só serão divulgadas se lhe acontecer alguma coisa). Depois saltaram os escândalos da Moderna e da Independente. Agora veio o da Lusófona (via Relvas) e a publicação da lista até à letra M dos membros do GOL. Andam os filhos da megera "num grasna tu, grasno eu" de patos perfeitos. São muito estúpidos, felizmente. Mas o GOL devia ter tratado em tempo útil da maralha dos marcelinos que se fantasiam de Grandes Lojas. A Opus devia ter tratado de ambos. E todos da Opus. Agora fazem intervir um blog que se apresenta como islâmico, até com umas deficiências de linguagem bem engraçadas. E sai lista. É a primeira de muitas listas que hão-de sair, pela certa, nesta nova fase. Mas falta muita coisa. Designadamente faltam as gajas. Porque os "magistrados maçons" não esgotam o problema de uma judicatura cuja independência é uma anedota. Faltam os opistas. E faltam as gajas com quem vivem (fora outras coisas) uns e outros e são magistradas, fulminantemente promovidas às Relações e ao Supremo, por exemplo e por consequência. A cara de pão de quilo do presidente da Relação de Lisboa, mais a cara de rato de esgoto do presidente do Supremo também podem explicar-se por motivos próximos. Evidentemente. Não há todavia uma diferença significativa entre a Universidade Católica e a Universidade Lusófona. Ambas fazem as mesmas coisas. (As divergencias de modo não são relevantes).E a católica entrou agora num frenesi de doutorar e mestrar juizes. A coisa está longe de ser inocente. Claro. De resto, os juízes não podem andar a mendigar graus universitários cá na terra e em períodos de exercício como pretexto ou condição para serem promovidos. Ou os obtêm antes do ingresso na função, ou depois da jubilação. Isto não pode ser. Designadamente por significar uma confissão de insuficiência de formação, por um lado. E de fragilidade e abertura à influência de centros de poder estranhos às funções desempenhadas, por outro. Não pode ser. O Relvas, pelo menos, é uma besta experta. Já dos rapazinhos e rapariguinhas da catolicidade do constitucionalista mongolóide se não pode dizer o mesmo, com a mesma facilidade. Bestas serão. Gente experta, nem tanto que eles são alérgicos a tal característica da personalidade. Preferem as mulas. Pardas. Com as formas perdidas. Condicionáveis. E úteis. Mas estéreis. E que mal fizémos nós a Deus para aturar as mulas papistas do Jorge Miranda? Quando virão as outras listas?

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