Wednesday, May 12, 2010

“SOMOS TODOS PECADORES”- 1

O execrando Ratzinger chegou à tugária. A repulsiva criatura é muito amada. Portanto, encheu-se Lisboa de polícias, que a ocuparam objectivamente. E histericamente. Na eterna histeria de gente rasca. Rasquice de lumpen. Porque é isso a polícia local. Não raros cidadãos foram impedidos de cumprir as tarefas do quotidiano. Alguns tiveram prejuízos com as ruas fechadas e os transportes públicos interrompidos. A multidão desproporcionada de polícias traduz, parece, o temor de que alguém fosse às ventas da repulsiva criatura muito amada. Na Avenida Fontes, em Lisboa, tomou-se por público os cidadãos impedidos de atravessar a rua. E a execranda criatura acenou mesmo às pessoas a quem os polícias impediam de atravessar. Ninguém respondeu. Também ninguém correu o cortejo à pedrada. Indiferença, portanto. No dia 11 ergueram à execranda criatura um altar cómico na Praça do Comércio. Bom sítio. A criatura fez o seu número. Sócrates assistia. Mais o presidente do tribunal constitucional (seja isso o que for). Um decretou o casamento de pessoas do mesmo sexo e o outro declarou-o constitucional. Presente também o presidente do STJ que mandou destruir as escutas das conversas de Sócrates com Vara. E o Gama (Jaime) que descobriu o caminho para fora do processo Casa Pia. E ali estavam todos diante do velho. “Somos todos pecadores”, parecia aquilo significar no gritante absurdo. As criancinhas e adolescentes das escolas papistas, enchiam boa parte daquela coisa. Muito contentes. Feriado. Lanche fora. Tarde de namoro ou engate entre adolescentes. Curtição. Quatro óptimas razões para estarem contentes. Foi a única presença da normalidade entre aquelas trombas de gente velha e repulsiva que, realmente, tem a pederastia escarrada nos focinhos. Seja a da Casa Pia e equivalentes. Seja a da Padralhada. Tremenda aliança.

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