Thursday, March 17, 2011

MARINHO PINTO E A CORRUPÇÃO

Marinho Pinto, quando fala da corrupção em todos os quadrantes, também inclui a ordem dos advogados papistas e os seus mecanismos de intimidação contra advogados? É que esses constituem objectivo limite à possibilidade de acesso aos tribunais. Há causas que não podem ser apresentadas sob pena de suspensão do advogado que as apresente? Há matérias que não podem ser discutidas sob pena dos advogados deixarem de poder advogar? Há. Quem processar a ordem, ou algum dos membros de qualquer das corjas que nela se acoitam, tem a provavel notícia de encontrar na frente um membro dos "conselhos disciplinares" ou do "conselho superior", cuja simples presença significa "´tás tramado c'a gente". E eles podem "queixar-se" eles próprios e julgar eles mesmos a própria queixa. Não é? Marinho Pinto disse que era assim com ele próprio, ou quase assim. Infelizmente não protestou quanto a mais nenhum caso e essa é a regra para todos. Por nós aquilo acabava amanhã, com a remessa dessa gente toda a prisão preventiva  (imprescindível) e congelamento de contas bancárias, aqui e no exterior, enquanto durasse o inquérito. O processo deveria ser qualificado de especial complexidade e o Código deve (em qualquer circunstância) ser alterado para permitir a intervenção de jurados populares em todos os processos. Isso é o que devia acontecer. E com a ajuda de Deus, acontecerá. Em paralelo, a Opus, as "Grandes Lojas ("Regular", "Nacional" e "Legal") , entre outras estruturas, deveriam ser objecto de iniciativas processuais paralelas, com o estudo cuidado das interferências respectivas no aparelho de justiça (os recadinhos, as sugestõezinhas, os apelos, as negociatazinhas, tudo isso passado a pente fino). A federação portuguesa de futebol, também, claro. Tudo isso passa pela ordem dos advogados. (Não há proxeneta nem pederasta cuja protecção lá não tenha cabido, não é assim?)...Ora tudo isso deve morrer como viveu.

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