Saturday, August 21, 2010

Rapaces dos foot boys e outros contos

O treinador da selecção nacional de futebol da tugária foi disciplinarmente suspenso -no inicio de uma fase de selecção de novo campeonato - por ter dito uns palavrões aos controladores anti-"doping". No futebol da tugária o palavrão é usado em substituição da pontuação. Corresponde a uma pausa de respiração. De facto, o tuga médio (repugnante fenómeno) constrói habitualmente as suas frases assim: "fui ao jardim da celeste, fodas, giroflégiroflá, caralho". Tuga médio ele próprio o imundo instrutor (dessa merda de processo) não falará certamente de modo diverso. Coisa mais engraçada é que o treinador ou seleccionador não era entendido pelos jogadores (ele fez város esforços de reflexão própria e isso há-de ter-lhe matizado a linguagem). Misturará ele os níveis? dirá em Ontologia -por exemplo- o ser, fodas, é (caralho)?... É pouco provável. O mais natural é que o instrutor de merda (de um processo de merda) tenha querido mandar para o caralho qualquer brilho, seja de quem for. E nisso não estará só. Porque têm os homens cães da tugária almas de sapo? Porque disparam eles sobre tudo o que brilha? E porque são eles tão violentos nisso?... Aparentemente cresceram com os senhores priores a saltarem-lhes para cima. Sendo certo que os senhores priores (sobretudo na tugária) fazem questão de dizer que em casa dos pais das crianças os abusos são iguais,ou piores. Os homens cães do papismo, como se sabe, são exímios na difamação das suas vítimas. Será isto que explica o ódio a todo o brilho, a perseguição destemperada de qualquer opinião, queixa ou desabafo? Pensamos honestamente que sim. Estas perseguições - qualquer que seja o lugar onde as encontramos - são de tal modo apanascadas, traduzem uma tal paneleirice, que só poderiam (em bom rigor) ser movidas por quem cresceu a ser sodomizado (pelo imundo cura e por mais sabe Deus quem), sempre pensando que falar é pecado. Falar é pecado. E não só falar disso. É provavelmente disto que se trata. E parece que isto "é transversal à sociedade portuguesa" (como diz a fórmula de minuta a uso). O gajo do Grande Oriente pensa e faz o mesmo que o bispo de leiria. Ou o acusadeiro dos foot boys. Carlos Queiroz, coitado, deve encontrar modo de os mandar simplesmente levar no cú (para falar uma linguagem que imediatamente entendam). Vamos dizer-vos o que pensamos do quadro normativo: estes processos traduzem o abandono de qualquer referência jurídica atendível. São conduzidos por gente que está, simplesmente, fora de qualquer quadro de Direito Humano. Abandonado o Direito Humano, resta a rebelião. E uma das respostas da rebelião pode bem ser (e tem sido) o Direito Divino. E à luz dos textos revelados da Lei Divina cabe a esta escumalha apenas a morte por lapidação, se bem vemos. Certo, há a objecção do Cristo que exige a isenção de culpas para atirar a primeira pedra. Mas não há-de ser difícil, mesmo cercados por tão imunda gente, encontrar alguém que nunca violou nem quis violar uma criança. Quem não calou nem quis calar nada a tal respeito ou a respeito de coisas próximas. Não há-de ser difícil encontrar quem atire a primeira pedra, portanto. Mas se acaso não restarem sequer dez justos, ainda assim é com a morte que responde a Lei Divina. A cólera que sentimos diante desses labregos de merda, paneleirões até à medula, crudelíssimos nos seus ódios à normalidade dos homens, a cólera que sentimos diante de tal corja, em tudo imunda, é a expressão primeira de valores éticos fundamentais. É preciso acreditar nessa cólera. Respeitar essa cólera. Ser fiel a essa cólera. E é preciso segui-la. Já perceberam porque é que esses paneleirões (sodomizados pelo clero papista desde a mais tenra infância e promovidos por isso) se assustam diante de qualquer expressão de simples impaciência? Eles sabem o que lhes cabe, o que deve caber-lhes e o que é mister que recebam. Entre os rapaces dos foot boys, ou em qualquer outro domínio da caricatural actividade nesta terra que todos os dias fazem, em todos os quadrantes, repulsivamente imunda.

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