Thursday, October 20, 2011

RIDÍCULO LETAL

o "Governo" e o "Chefe do Estado" da tugária apresentam o mesmo nível de organização, falta de lucidez, treino e unidade organizacional que o CNT da Líbia. Falta-lhes uma OTAN. Uma zona de exclusão aérea ao abrigo da qual se arrasem as cidades. E uma guerra humanitária ao abrigo da qual se possa matar a população. Uns mesitos volvidos e o "Governo de coligação" perdeu todo o apoio social e político. Sobressaltou os militares. Provocou uma ameaça (iminente) de debandada geral dos corpos especiais da função pública. Os investigadores abandonam os institutos. Os militares fazem declarações impensáveis num estado, em qualquer estado (mas declarações de necessidade política evidente). Os funcionários administrativos desesperam. A inteira população activa está em pânico. O comércio está apavorado. A indústria põe a confederação respectiva a tentar fazer sugestões de política económica ao Governo que não faz ideia do que haja a fazer. E foi então que o doente mental na Chefia do Estado se fez ouvir em censura inédita ao indigente na Chefia do Governo e ao doente mental na pasta das finanças. A esquerda, imagine-se, coloca-se ao lado do Chefe do Estado (estes são fáceis de levar) e a direita coloca-se ao lado de quem?... É um mistério. Aparentemente, a direita representada pelo antigo CDS está agora ao nível do PS. E a direita representada pelo Cavaco está agora ao nível do bloco de esquerda. Onde estão agora os paneleirotes do PP no espectro político? E os capões do PSD? E os pedrastas papistas?... Que confusão tão divertida. Alguém deixou escrito e on line há uns anos que as desgraças na tugária têm sempre esta característica: as vítimas não deixam de ser atingidas com violência, mas ao sofrimento acresce sempre a circunstância de correrem, em todos os casos, o risco de morrerem a rir. (Malditas sejam as  vulvas que largaram a escumalha nas vidas alheias). Haverá orçamento geral do estado? Haverá estado?, haverá governo? Espera-se vivamente que nada disto haja, ou  possa haver. Assim o consinta Deus, o Clemente.

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