Tuesday, November 1, 2011

CR,CR,CRI,CRISEEEE

Vinte e dois meses de onze cimeiras de vários cretinos. Registam-se vinte e duas respostas negativas. Sempre com o mesmo padrão. Talvez pudessem deixar de fazer cimeiras assim. E deviam deixar de fazer estas meias coisas. São tanto mais às metades quanto mais o controlo lhes foge. Os oncologistas às apalpadelas matam os doentes e não é pelos apalpões. É exactamente assim. Já não vai restar nada para regular quando a regulação global da vida financeira for finalmente decidida. Esperavam os mais críticos do sistema (mas no sistema) que isto da última cimeira pelo menos aguentasse uns meses. Queriam uma folga. E não lhe parecia pedir muito. Tiveram-na. Quase uma semana. A Espanha percebeu que não tinha resultado. (E não teve nada a ver com o referendo convocado pelo grego). Mas talvez fosse só com a Espanha, terão pensado os que não pensam. A Itália continuou a resvalar, mas talvez não passasse daí. (Assim o esperaram contra toda a esperança). Hoje a Europa inteira acordou a andar de lado.Os quatro pneus deslizam nos primeiros gelos da estação. Saem caros os idiotas... Na tugária também. A tugária vive a grosseria sem peias num velho bordel de órfãos. E os proxenetas não se fazem rogados. O horário de oito horas foi para o lixo. A coisa vem desde a mais remota antiguidade, ainda que os grevistas de Chicago lhe tenham descoberto a evidência bem mais recentemente. Pois para estas bestas isso são detalhes. Quais oito horas, quais quê... Madraços. Não querem é trabalhar. E o proxeneta da "política" tuga lá vai dando cabo do Direito, única coisa que poderia salvar-lhe a vida. Porque só para o Direito a vida desse proxeneta tem um valor e uma defesa. Mas aquelas metades de homem calam o Direito. O "direito", para eles, é uma especialidade - como notou alguém em publicação recente - onde se entretecem minutas capazes de frustrar todos os direitos, em qualquer circunstância onde isso seja útil, graças ao esvaziamento de sentido de qualquer léxico. Só as balas significarão ainda alguma coisa quando o bordel estiver no exacto ponto de viragem. E não é agora? Deve ser. O pederasta papista e a grande loja do uranista quererão ainda falar...' Com que linguagem? Já no tempo de Fernando Teixeira - loquaz burlão e proxeneta que gostava de rapazinhos e os preferia rústicos, muito rústicos, não desdenhando embora vender e comprar umas garotas - já nesse tempo, faltava a paciência para os ouvir. Agora é o momento de libertar a terra. Um grunhido de tais trastes e a mão deve agarrar a coronha do revolver com rapidez. O avental é um óptimo garrote para o pedrasta papista. E com a estola faz-se a forca para o uranista "maçon". Estamos em fase de economia de meios. Porque não haveríamos de empobrecer em tudo? Obrigado, Deus, pela santa crise.    

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