Sunday, October 24, 2010

ORDEM TUGA DOS ADVOGADOS FRUSTRES: DA EXUBERÂNCIA AO SILÊNCIO

O caso do Varela de Matos parece tê-los abrandado. Andam metidos consigo. O vídeo do Marcelino foi retirado pelo usuário e de novo publicado com uns cortes que lhe retiravam cor. Mas retirado outra vez. Ninguém os tem no sítio. Em todo o caso não há nenhuma diferença entre o Marcelino e os outros, que não seja favorável ao Marcelino. Este manda dar uns encostos. E os outros? E o Luís Teixeira e Melo mais "a malta" da "rede bombista de direita" mandaram e mandam fazer o quê, exactamente? E a asquerosa corja da Vera Adão e Silva, significa o quê, exactamente? E o Marinho Pinto é,acaso, menos rústico? A verdade é que a perda de nível da estrutura é irremediável.Nada significa mais do que a possibilidade de controlar, destruir e assediar advogados independentes pelas seitas (usurárias) das pseudo-maçonarias e da igreja dos pederastas. Aquilo significa apenas que os serventuários dessas corjas (alcoólicos como o Santos, doentes mentais como o Raposo, mirradinhos de frustrações como o desgraçado Manuel Sebastião, ou afogados em banha e estrogéneos como o infeliz Marabuto) não suportam, não suportarão jamais, a imagem de um homem ou mulher normais.Isso dá-lhes cabo do que lhes resta do sistema nervoso. E a coisa nota-se porque em mais de dois mil processos pendentes só cinquenta (como dizia o Marcelino) diziam respeito a coisas que não eram questões de linguagem. Os desgraçados, portanto, são pides, no essencial. E aquela organização é uma porcaria que deve, pela porcaria que é, ser extinta. Estes desgraçados, pela porcaria que são, devem ter o tratamento que se reserva às polícias políticas. Ser gente é uma construção quotidiana para os homens e mulheres. Estes falharam a construção. O Marcelino é um alarve. Isso é. Mas e eles são o quê? Que coisa haveríamos de chamar-lhes? É extraordinário o atrevimento que revelam em falar da "crise da justiça", por exemplo. O que quer que se mostre ao alcance de gente desta está necessariamente em crise, com excepção dos momentos em que se atinge o desfecho da crise. Quer dizer, a desgraça final. Ora para a desgraça final mostram-se perfeitamente adequados o Marcelino e o Marinho. Haja humor na desgraça. Elejam-se estes dois.  

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