Monday, July 4, 2011

A RESPOSTA AO ADVOGADO GODINHO DE MATOS

Godinho de Matos é advogado do Vara. Isso mereceria uns comentários que em todo o caso não faremos aqui. E não gostou que os idiotas da Horda dos advogados papistas de lá viessem, afogados nos estrogéneos que aquelas banhas produzem, fazer vingar a exigência estatutária de exame prévio e prévia autorização para que um advogado fale em público. Falou em "rolha". Barafustou. E não fez mal, embora pudesse, evidentemente, ter feito melhor, porque terra onde os defensores do Direito aceitam o exame prévio das comunicações públicas que pretendam fazer, é terra onde não há defesa do Direito, atenta a proibição da Censura. É aliás e por isso só terra indiciariamente sem Direito. Advogados que aceitem (e aceitam, parece) uma tal coisa, é gente quanto a quem é preciso descobrir outro nome para lhes chamar, porque "advogados" não será exactamente a melhor designação. "Baldes de merda" estaria infinitamente melhor, por exemplo. E "pseudantropoi" também não estaria completamente mal. Godinho de Matos não fez mal. Mas não é que  ousam "responder-lhe"? E que coisa lhe respondem ? Pois no boletim da horda, capeado pelas ventas do cardeal de Lisboa (em homenagem ao alinhamento confessional da estrutura, em "Estado Laico"), dão dois grandes "argumentos": o primeiro é que quem ganhou as eleições foram eles (e este argumento podia ser-lhes metido noutro sítio com mais proveito para quem o emite, atentos os hábitos do  autóctone papista médio) e o segundo "argumento" é que Godinho de Matos, como outros críticos da horda, não teriam relevância na sociedade portuguesa (!)... Vejamos então o que é a sociedade portuguesa e que relevância tem ela: 40% da população está dependente de psico-fármacos em terra onde o consumo dessas drogas é o maior da União Europeia; a este número deve adicionar-se a percentagem da população com hábitos alcoólicos que cabem na categoria de "situação psicótica de evolução prolongada" (uns 15% se a memória nos não falha) a isto junta-se a percentagem de 40% que preferiria a soberania da Coroa de Espanha nestas terras (e com toda a razoabilidade, embora a paternal solicitude de Mohamad VI, Príncipe dos Fiéis, nos pareça mais adequada à idiossincrasia de moiros sem Corão). Sobra pouco. E nisso que sobra deve estar o cardeal dos pedoclastas e  a escumalha da sua horda de "advogados" amantes da censura, ou exame prévio. Delinquentes, em síntese e como melhor se verá. E também estes desgraçados, como bem se vê, são simples doentes mentais. Designadamente por imaginarem que possa alguma vez ter alguma relevância aquilo que a seus olhos seja relevante do ponto de vista da "sociedade portuguesa" (seja isso o que for, sendo certo que por isso hão de designar-se, talvez, a si próprios). Imaginam-se relevantes. Todavia à escala de coisa que não tem relevância possível. É bem certo que esta terra é mais parva que pequena. Aqui nos apresentamos, por tudo, a sublinhar uma velha novidade: "a sociedade não existe". Embora existam doentes mentais que reproduzem incessantemente isso que os caracteriza e caracteriza, por isso, a terra que querem  e afirmam à sua imagem. Bando de cretinos: a censura é proibida pelo Direito Internacional Comum.E a denegação de Direitos conferidos pelo Direito Internacional Comum a um grupo social determinado (um grupo profissional, serve perfeitamente) chama-se crime à luz do Direito Penal Internacional.  A ignorância da Lei não aproveita ao ignorante. A Oligofrenia pode funcionar como causa de inimputabilidade, mas dependerá do grau. Evidentemente. E a ocorrência de causa de inimputabilidade há-de dar lugar, no caso da criminalidade perigosa (como indiciado), a um internamento psiquiátrico de duração indeterminada.  

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